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sábado, 29 de junho de 2013

Estado laico não é sinônimo de Estado ateu ou de Estado contrário a religião

Estado laico não é sinônimo de Estado ateu, contrário a religião ou sem religião. Num Estado laico, contribuição da Reforma Protestante, tanto pessoas que tem religião quanto pessoas que não tem religião devem ser respeitadas em seus direitos e são responsáveis em seus deveres.


sexta-feira, 28 de junho de 2013

O que dizer do "Projeto da Cura Gay"?

Você sabe o que é o "Projeto da Cura Gay"? Não sabe? Acha que sabe? Então vamos lá.

1) O QUE A MÍDIA DIZ SOBRE O PROJETO. Para começar, vamos entender o que a mídia está dizendo sobre o "Projeto da Cura Gay". Vamos começar citando uma notícia recente, de ontem (20/06/2013):

"Manifestantes contrários ao projeto da cura gay estão em protesto em PE. Psicólogos sabem como lidar com sexualidade de pacientes, diz aluna. Concentração para passeata acontece na Praça do Derby, no Centro. (...) O chamado projeto da "cura gay" determina o fim da proibição, pelo Conselho Federal de Psicologia, de tratamentos que se propõem a reverter a homossexualidade, liberando os profissionais para atuar em busca da suposta cura gay. O texto foi aprovado na começo da semana na Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, presidida pelo deputado Marcos Feliciano. Antes de virar lei, o projeto ainda terá de ser analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça até chegar ao plenário da Câmara".
Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2013/06/manifestantes-contrarios-ao-projeto-da-cura-gay-estao-em-protesto-em-pe.html

O texto da Globo.com afirma que o projeto liberaria "os profissionais para atuar em busca da suposta cura gay". Mas será que é isso mesmo? Veja algumas afirmações de "O Globo.com" acima:
1) O projeto trata da "cura gay";
2) A estudante afirma que "psicólogos sabem como lidar com sexualidade de pacientes";
3) O "Projeto da cura gay" determina "o fim da proibição de tratamentos que se propõem a reverter a homossexualidade, liberando os profissionais para atuar em busca da suposta cura gay";
4) O texto foi aprovado  pela comissão presidida pelo deputado Marcos Feliciano".

Agora você vai poder comprovar abaixo que:
1) O Projeto não aumenta uma vírgula a Resolução do Conselho Federal de Psicologia; logo, não trata de "cura gay" - expressão, aliás, que o projeto jamais trouxe e que, pasmem, procura exatamente retirar da Resolução do Conselho Federal de Psicologia!;
2) Se o que a psicóloga disse é verdade, ou seja, que "os psicólogos sabem como lidar com a sexualidade dos pacientes", ela vai concordar com a PDL 234/11, pois o que este projeto procura é exatamente devolver esta autonomia para os psicólogos!;
3) O PDL 234/11 não propõe "o fim da proibição de tratamentos que se propõem a reverter a homossexualidade, liberando os profissionais para atuar em busca da suposta cura gay" pois o que está sendo proposto não é a eliminação do caput do Art. 3° da Resolução do Conselho Federal de Psicologia, que trata deste assunto, mas apenas do parágrafo único deste artigo e do Art 4°;
4) Ok, esta é a única afirmação divulgada pela Globo.com no texto citado acima que eu concordo. Para mim o Marcos Feliciano presta um desserviço para os cristãos brasileiros. No entanto, o fato de eu não gostar dele não é motivo para que eu me coloque contra o Projeto de Decreto de Lei com o qual ele concorde!

Vamos prosseguir...

2) O QUE É O PROJETO. O Projeto não fala nada sobre "cura gay". O Projeto de Decreto Legislativo 234/11 (ou simplesmente PDL 234/11), do deputado João Campos (PSDB-GO), torna sem efeito o parágrafo único do Artigo 3º e todo o Artigo 4º da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP). Pois bem, o que seriam o parágrafo único do artigo 3º e o Art. 4º desta Resolução, que o projeto propõe eliminar (em itálico)? Vamos conferir, inclusive o caput do Art. 3º, que não será alterado:

"Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica".

Aliás, diga-se de passagem, o PDL 234/11 (apelidado maldosamente de Projeto da Cura Gay) não fala de cura gay. Tanto é que procura eliminar esta expressão equivocada presente não no próprio projeto, mas sim na Resolução do Conselho Federal de Psicologia! É a Resolução do CFP que fala de cura gay e não o projeto!

É curioso que os defensores do aborto afirmam que, no caso de incesto ou estupro, o aborto deva ser aprovado. Mas no caso de alguém sofrer com uma sexualidade que é consequencia de traumas e condicionamentos decorrentes de incesto ou abuso sexual, o sujeito tenha que se submeter a ditatura do politicamente correto promovido pelo Conselho Federal de Psicologia!

Agora, presta muita atenção, o Projeto do Decreto Legislativo 234/11 não altera o caput do Art. 3º, mas apenas o Parágrafo único do 3º e o Art. 4º. E o que isso vai mudar na prática? Vamos dar um exemplo.

3) UM EXEMPLO DA APLICAÇÃO DO PROJETO. Digamos que uma pessoa tenha sido abusada sexualmente quando criança e que não se sinta feliz com a sexualidade que tem vivenciado. A pessoa procura, então, um psicólogo, para superar o trauma de infância, para que possa viver melhor com a sua sexualidade de orientação heterossexual, MAS NÃO PODE, MESMO QUE SEJA A VONTADE DA PESSOA, MESMO QUE A SEXUALIDADE VIVENCIADA SEJA FRUTO DE VIOLÊNCIA, MESMO QUE A DECISÃO DE PROCURAR UM PSICÓLOGO SEJA A EXPRESSÃO LIVRE DE UM CIDADÃO!

CONCLUSÃO. O Projeto do Decreto Legislativo 234/11 não tem nada a ver com "cura gay". Se alguém pode recorrer a um psicólogo para afirmar sua homossexualidade ou bissexualidade, por que alguém que queira deixar para trás a prática homossexual não pode recorrer ao auxílio de um psicólogo? Isso sim é preconceito! É a ditadura das minorias da turminha do politicamente correto: hoje algumas minorias querem impor sua vontade/filosofia e valores para a maioria!

sábado, 15 de junho de 2013

Uma Grande Felicidade! (Uma meditação sobre Mateus 8.23-27)



Todos querem uma grande felicidade. Todos querem vivenciar aqueles momentos em que a alegria, a beleza e a paz inundam o coração. Mas geralmente as pessoas não querem trilhar o caminho que Deus preparou para chegarmos a esta plenitude. Há um caminho para se trilhar. Hoje quero compartilhar com vocês um belo texto bíblico sobre a grande felicidade!

"Então, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram. E eis que sobreveio no mar uma grande tempestade, de sorte que o barco era varrido pelas ondas. Entretanto, Jesus dormia. Mas os discípulos vieram acordá-lo, clamando: Senhor, salva-nos! Perecemos! Perguntou-lhes, então, Jesus: Por que sois tímidos, homens de pequena fé? E, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar; e fez-se grande bonança. E maravilharam-se os homens, dizendo: Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?" (Mateus 8.23-27).

"Então, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram" (v. 23)
Nosso texto está ligado ao anterior (Mt 8.23-27), no qual Jesus ensina sobre o discipulado, ou seja, sobre seguir a Jesus, seguir seu ensino, exemplo e pessoa. Nosso texto começa com os discípulos seguindo a Jesus. Os discípulos não escolheram como ou para onde ir; nem mesmo escolheram o barco. Eles simplesmente seguiram a Jesus. Mas o que aconteceu com eles depois que seguiram a Jesus?

E eis que sobreveio no mar uma grande tempestade, de sorte que o barco era varrido pelas ondas (v. 24ab)
Quantas vezes não passamos por tempestades na vida? Os discípulos estavam num barco, que estava sendo varrido pelas ondas, ou seja, jogado de um lado para outro; arrastado! Um barco não tem domínio sobre uma tempestade. Tem coisas na vida sobre as quais não temos controle! Não dominamos as forças da natureza, a morte, a maldade das pessoas contra nós...
Sobreveio aos discípulos uma grande tempestade! Não foi uma tempestade, mas uma GRANDE tempestade! Mas os discípulos não seguiram a Jesus? Será justo? É isso o que os discípulos recebem por seguir a Jesus, uma tempestade? Será que este é o fim dos cristãos?

Entretanto, Jesus dormia (v. 24c)
O mundo dos discípulos estava caindo... e Jesus estava dormindo! Quantas vezes, em meio as tribulações, não sentimos que estamos sós, que Deus não está nos vendo, ou se está nos vendo, não está se importanto conosco!?! Há momentos em que parece que Deus está dormindo. Será que Deus dorme?

Mas os discípulos vieram acordá-lo, clamando: Senhor, salva-nos! Perecemos!  (v. 25)
O que os discípulos fizeram quando a coisa ficou feia? Clamaram ao Senhor! Precisamos aprender a orar sempre. Orar não é "falar com Deus" apenas, mas sim "conversar com Deus". Não é apenas falar, mas é também ouvir a sua voz. Os discípulos não estavam ouvindo muito bem a voz de Deus no meio da tribulação, mas o que eles fizeram foi muito acertado: eles clamaram para o Mestre!

Perguntou-lhes, então, Jesus: Por que sois tímidos, homens de pequena fé? (v. 26a)
Posagora! Por que Jesus deu esta bronca nos discípulos? Será que ele não queria ser incomodado? Será que ele estava mesmo alheio as tribulações dos discípulos? Será que ele não deseja que clamemos por ele?
Não, não é nada disso! Jesus dá uma bronca nos discípulos por causa da sua incredulidade! O Filho de Deus escolheu o barco, escolheu a hora de entrar no barco e estava no barco. Não havia motivo para desespero, pânico, desesperança! Os discípulos não tiveram sua fé depositada no Mestre, mas se deixaram levar pelas circunstâncias. Fé é confiança em Deus e fidelidade a Deus. Os discípulos de Jesus não devem viver de acordo com as circunstâncias, mas de acordo com a nossa fé em Cristo!

E, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar (v. 26b)
Os discípulos não tinham motivo para viver pautando suas vidas nas circunstâncias (boas ou ruins), não tinham motivo para desespero, pois decidiram seguir ao Senhor que tem todo poder nos céus e na terra! Todas as coisas estão nas mãos de Jesus. Não há motivo para desespero! Jesus não apenas tem todo poder nos céus e na terra, mas ele também nos ama e tem um plano para a nossa vida. Confie em Deus. Espere em Deus. Creia em Deus!

e fez-se grande bonança (v. 26c)
Onde está a tempestade? Passou! Por quantas tempestades já passamos nesta vida? Você está passando por uma tempestade? Lembre-se daquelas que você já enfrentou e verá que já passou por lutas muito maiores; e mesmo que esta que você está enfrentando seja a maior, confie nAquele que tem o poder sobre as tempestades.
Jesus trouxe sobre os seus discípulos, sobre aqueles que o seguiram, uma GRANDE BONANÇA, uma GRANDE ALEGRIA! Quando viram o sol novamente, ele jamais pareceu brilhar tão forte! O dia nunca foram tão lindo. Aqueles que seguem a Cristo enfrentam grandes tempestades, mas desfrutam, pela graça de Deus, de GRANDES ALEGRIAS!

E maravilharam-se os homens, dizendo: Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem? (v. 27)
Depois da ação maravilhosa e libertadora de Deus, os discípulos ficaram impressionados, maravilhados. E é interessante que, ao invés de afirmações, terminaram com uma pergunta! Quanto mais conhecemos a Deus e a sua obra maravilhosa na nossa vida, mais nos surpreendemos com seu amor, bondade, graça e fidelidade! Quanto mais conhecemos a Deus, mais fazemos perguntas. Mas não são perguntas de dúvidas, mas perguntas de maravilhamento, de grande paz, contentamento e alegria.

Jesus Cristo é o Senhor. Nós somos seus discípulos. Aquele que o segue enfrenta grandes lutas, grandes tempestades, grandes tribulações, mas é contemplado com maravilhamento e uma GRANDE FELICIDADE!


Fonte da imagem: http://portalsementinhakids.com/wp-content/uploads/2011/10/uid.jpg

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Nem mesmo os nossos fracassos podem impedir que Deus cumpra seus propósitos em nossa vida (Jz 13.1-16.31)


Juízes 13.1-16.31 conta a história de Sansão, um dos juízes de Israel. Juiz era alguém escolhido por Deus para livrar Israel dos seus inimigos entre o período da conquista da terra prometida (com Josué) e a Monarquia (cujos primeiros reis foram Saul, Davi e Salomão).
O nascimento de Sansão foi um milagre: sua mãe era estéril, mas Deus havia anunciado à ela que teria um filho consagrado à Deus, que começaria a “livrar a Israel do poder dos filisteus” (Jz 13.3-5).
Sansão era nazireu. A palavra nazireu significa “consagrado”, isto é, consagrado a Deus. Na Bíblia, o texto de Nm 6.1-8 nos ensina o seguinte sobre o nazireu: a) é um voto de consagração a Deus; b) o nazireu não pode beber vinho ou bebida forte; c) não pode comer ou beber nada que seja derivado da uva, inclusive a própria uva; d) não pode cortar o cabelo ou a barba; e) não pode sequer se aproximar de um cadáver. Todo nazireu tinha que observar estas coisas.
A vida de Sansão nos ensina lições muito importantes e valiosas para a nossa vida hoje. Deus tem o controle de todas as coisas, e pode usar tanto nosso sucesso quanto o nosso fracasso para cumprir os planos que tem em nossa vida. No entanto, Deus não deseja que venhamos a sofrer a toa, mas deseja que vivamos bem, em comunhão com Ele e uns com os outros. Mas nem mesmo nossos fracassos podem impedir seus planos em nossas vidas. Sansão cometeu vários erros. Vamos dividir seus erros em algumas fases.
1ª fase: 1) Tomou por esposa uma filistéia, filha do povo inimigo de Israel; 2) Sansão andou por onde não devia (perto da vinha), e lá quebrou seu primeiro voto: matou um leão (Jz 14.5-6). 3) Permanece firme na desobediência, e come do mel que estava no cadáver do leão morto (Jz 14.8-9); 4) Sansão pecou comendo do mel, e o deu aos seus pais, sem que estes soubessem que vinha de um animal morto, fazendo assim seus pais pecarem. Ao final desta fase, Sansão diz um enigma aos filisteus e faz uma aposta com eles. Os filisteus, não descobrindo a resposta, pressionam a mulher de Sansão, sob ameaça. Seu enigma é então decifrado, e Sansão paga a aposta derramando sangue dos filisteus. Então, sua mulher é entregue ao seu amigo. Sabendo disso, Sansão destrói as plantações dos filisteus, os quais mataram sua esposa e seus sogros. Sansão, então, por vingança, mata muitos filisteus. Sansão foi desobediente à Palavra de Deus, quebrando quase todos os seus votos de nazireu, o que gerou dor, morte, injustiça, traição, covardia, maldade, desgosto. Como retaliação, os filisteus oprimem o povo de Sansão, e ordenam que Sansão se entregue. Ele é então entregue aos seus inimigos, mas escapa e mata mil filisteus com uma queixada de burro.
2ª fase: 1) Sansão se deita com uma prostituta; 2) depois de algum tempo se apaixona por uma outra filisteia, chamada Dalila. Os filisteus oferecem à ela muito dinheiro para que descubra o segredo da força de Sansão. Ela, então, passa a procurar descobrir a razão da força de Sansão. Depois de muitas tentativas, ela descobre: sua força seria retirada se seus CABELOS fossem cortados, mas NÃO porquê a sua força estivesse nos cabelos, pois não estava: sua força estava na sua CONSAGRAÇÃO ao SENHOR (pois não cortar os cabelos era o único voto que Sansão ainda mantinha como nazireu!). Então, Dalila corta o cabelo de Sansão, e este perde toda a sua força, pois “o Senhor se tinha retirado dele”, após quebrar o último voto. Então os piores pesadelos de Sansão se tornam realidade: foi entregue nas mãos dos seus inimigos; seus olhos são vazados (furados); o amarraram e o prenderam; foi motivo de alegria e piada dos seus inimigos, que o humilharam enquanto os divertia; seus inimigos louvaram o seu falso deus por causa de Sansão.
Fim: Mesmo no fundo do poço, mesmo tendo fracassado, mesmo tendo feito tudo errado, Deus não se esquece de Sansão. Este faz ainda uma última oração, Deus lhe atende, lhe devolve as forças, e Sansão derruba as colunas do edifício, o que leva à morte de milhares de líderes filisteus. Sansão também morre, mas cumpre a sua missão de começar a libertar Israel da mão dos filisteus.
A história de Sansão nos ensina que Deus perdoa os nossos pecados, mas nós, nossa família e nosso povo sofremos as suas conseqüências. Ensina também que mesmo os nossos fracassos não são capazes de impedir os planos de Deus em nossa vida. No entanto, apesar de Deus perdoar os nossos pecados e apesar de Deus cumprir os seus planos na nossa vida, fica claro que viver no pecado e na rebeldia não compensam, nem para nós, nem para nossa família, nem para nossos amigos.

Apesar dos nossos pecados e fracassos, Deus tem um propósito em nossa vida, através de seu Filho, Jesus Cristo. O Filho de Deus veio ao mundo em fraqueza, mas não por haver quebrado os seus votos como Sansão: Jesus abriu mão de sua glória para assumir nossa fraqueza, culpa e pecados. E tendo morrido na cruz por amor de nós, ressuscitou ao terceiro dia para a nossa salvação. Por meio de Jesus Cristo, Deus não apenas restaura as nossas forças, não apenas traz perdão e poder para uma nova vida no Espírito, mas realiza seus propósitos de amor, alegria e paz sobre nós!


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