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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Revelação e experiência homossexual

O texto abaixo é de autoria de um dos maiores teólogos contemporaneos, o alemão Wolfhart Pannenberg, que  foi professor de Teologia Sistemática na Universidade de Munique – Alemanha e diretor do Instituto de Teologia Ecumênica. Este artigo foi publicado em Novembro 1996 na Revista “Christianty Today”. Texto traduzido do Inglês pelo Rev. Frank Arnold. 
Fonte: http://www.ipib.org/index.php/indice-de-meditacoes/714-revelacao-e-experiencia-homossexual


Pode o amor chegar ao ponto de ser pecaminoso? A tradição cristã no seu todo ensina que não existe tal coisa como amor invertido e pervertido. Os seres humanos são criados para amor, como criaturas do Deus que é amor. Mas mesmo assim essa característica divina é corrompida sempre quando as pessoas se distanciam de Deus ou então amam outras coisas mais que a Deus.

Jesus disse, “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim.” (Mt 10:37) O amor a Deus tem que ter precedência ao amor aos nosso pais, mesmo que amor aos pais seja ordenado pelo quarto mandamento.

A vontade de Deus – a proclamação de Jesus do senhorio divino sobre nossas vidas - deve ser aquilo que nos guia quanto à nossa identidade e auto-determinação. O significado disto para o comportamento sexual é visto no ensino de Jesus sobre divórcio. Para poder responder à pergunta dos fariseus sobre a admissibilidade do divórcio, Jesus se refere à criação dos seres humanos. Ele vê nisso a expressão dos propósitos de Deus para as suas criaturas. A criação confirma o fato que Deus criou os seres humanos como machos e fêmeas. Deste modo o homem deixa o pai e mãe para se unir à sua esposa tornando-se uma só carne.

Disto Jesus conclui que o permanente e indestrutível vínculo entre marido e esposa é a vontade do Criador para os seres humanos. A comunhão indissolúvel do casamento, no entanto, é alvo da nossa criação como seres sexuais (Mc 10.2-9). Uma vez que este princípio não é limitado ao tempo, a palavra de Jesus é o alicerce e o critério para todos os pronunciamentos cristãos sobre sexualidade, não apenas o casamento em particular, mas a nossa identidade como criaturas sexuais. De acordo com os ensinos de Jesus, a sexualidade humana como machos e fêmeas têm como propósito a comunhão indissolúvel do casamento. Este modelo pauta o ensino cristão sobre todas as áreas do comportamento sexual.

A perspectiva de Jesus, de maneira geral, corresponde à tradição judaica, embora a ênfase no caráter indissolúvel do casamento vá além da provisão para o divórcio contida na lei judaica (Dt 24.1) Entre os judeus havia uma convicção comum que homens e mulheres nas suas identidades sexuais são direcionados para a comunhão do casamento. Isto também explica a avaliação do Antigo Testamento sobre todo comportamento sexual que extrapole este princípio como a fornicação, o adultério e relações homossexuais.

As avaliações bíblicas da prática homossexual são rejeitadas sem ambiguidade e todas as suas colocações sobre este assunto, sem exceção, concordam. O Código de Santidade em Levítico afirma incontestavelmente: “Com homem não se deitarás, como se fosse mulher; é abominação” (Lv 18.22). Levítico 20 inclui comportamento homossexual entre os crimes que merecem a pena de morte (Lv 20.13). É significativo que o mesmo se aplica ao adultério (v.10). Quanto a estas questões, o judaísmo sempre se viu distinto das demais nações.

O mesmo caráter distinto determinou as afirmações sobre homossexualismo no Novo Testamento em contraste com a cultura helenista que não considerava ofensivo tais relacionamentos. Na epístola aos Romanos, Paulo incluiu o comportamento homossexual como uma das consequências da rejeição a Deus (1.27). Em I Coríntios a pratica homossexual está na mesma condição da fornicação, adultério, ganância, embriaguez e roubo como atos que excluem da participação no Reino de Deus (6.9ss). Paulo afirma que os cristãos, através do batismo, foram libertos destas práticas destrutivas.

O Novo Testamento não contém sequer uma passagem que pudesse indicar uma avaliação mais positiva da atividade homossexual contrabalançando estas afirmações paulinas. Assim todo testemunho bíblico inclui, sem exceção, a prática de homossexualidade entre o tipo de comportamento que expressa claramente a condição humana que se volta contra Deus. Este resultado exegético não deixa muita margem quanto à maneira de ver a homossexualidade para qualquer igreja que afirma estar sob a autoridade das Escrituras.

Além disso, as afirmações bíblicas sobre este assunto simplesmente representam o corolário negativo à visão bíblica positiva sobre o propósito divino na criação dos homens e mulheres quanto à sua sexualidade. Os textos negativos quanto ao comportamento homossexual não são simplesmente opiniões periféricas que poderiam ser negligenciadas sem comprometimento da mensagem cristã como um todo.

Além disso, as afirmações bíblicas sobre homossexualidade não podem ser relativizadas como se fossem expressões culturais as quais hoje poderiam ser consideradas simplesmente como antiquadas. As testemunhas bíblicas desde os primórdios se opuseram às pressões do seu ambiente cultural em nome da fé no Deus de Israel, o qual na própria criação estabeleceu homens e mulheres por uma identidade particular.

Defensores contemporâneos de uma mudança na visão da igreja quanto à prática homossexual comumente enfatizam que as afirmações bíblicas não possuíam o conhecimento da importância da moderna da antropologia. Dizem ainda que estas novas evidências sugerem que a homossexualidade deveria ser vista como parte integrante da identidade psicossomática de homossexuais, completamente anterior a qualquer expressão sexual. (Para deixar claro, é melhor falar aqui da inclinação homossexual como algo distinto da prática de homossexual). Tais fenômenos não são limitados às pessoas que praticam homossexualidade.

Inclinação, no entanto, não tem que ditar a prática. Uma das características dos seres humanos é que os nossos impulsos sexuais não se restringem a um só tipo de comportamento, elas permeiam nosso comportamento em todas as áreas da vida. Isto, é claro, inclui os relacionamentos com pessoas do mesmo sexo. No entanto, precisamente porque motivações eróticas permeiam todos os aspectos do comportamento humano, nos deparamos com a responsabilidade de integrá-los na totalidade da nossa vida e conduta.

A mera existência de inclinações homoafetivas não leva necessariamente às práticas homossexuais. Ao contrário, essas inclinações poderiam ser integradas em uma vida na qual elas podem ser subordinadas ao relacionamento com o sexo oposto onde a atividade sexual não deveria ser o centro que determina as prioridades da vida e vocação. Como tem apontado corretamente o sociólogo Helmut Schelsky, uma das realizações primárias do casamento como instituição é a inclusão da sexualidade no propósito de tarefas e objetivos ulteriores.

A realidade das inclinações homoafetivas, no entanto, não necessita ser negada e nem pode ser condenada. A questão, portanto, é como lidar com as inclinações dentro da tarefa humana de dirigir responsavelmente seu comportamento. Este é o problema principal, e é aqui que devemos lidar com a conclusão de que a prática homossexual é um distanciamento da norma para o comportamento sexual dado aos homens a às mulheres como filhos de Deus. Para a igreja isto é o caso não apenas para a atividade homossexual mas também para qualquer outra atividade que não esteja dentro do objetivo do casamento entre um homem e uma mulher – em específico, o adultério.

A igreja se depara com o fato que, nesta área da vida como em todas as outras, o distanciamento dos princípios não é exceção, mas comum e difundido. A igreja deveria enfrentar todos eles com tolerância e entendimento, e, ao mesmo tempo, chamando ao arrependimento. Ela não pode abrir mão da distinção entre a norma e o comportamento que dela se distancia.

Aqui está o limite para uma igreja cristã que se entende como subordinada à autoridade da Escritura. Os que tentam conduzir a igreja à mudanças da norma do seu ensino nesta área, deveriam saber que estão promovendo divisões. Se uma igreja for levada ao ponto de não considerar a atividade homossexual como afastamento do princípio bíblico e reconhecer uniões homossexuais como parcerias equivalentes ao casamento, tal igreja não estaria mais fundamentada na Bíblia, e sim contra o testemunho inequívoco das Escrituras. Uma igreja que toma este passo deixaria de ser a única, santa, católica e apostólica igreja.


quinta-feira, 11 de julho de 2013

O homem que sentiu as dores de parto!

Uma radio irlandesa resolveu fazer uma experiência inusitada: levar um homem a sofrer dores de parto. O jornalista da rádio Henry McKean recebeu seis eletrodos em torno do abdômen, que passou a receber impulsos elétricos na região pélvica, simulando as dores de parto. Henry resistiu durante duas horas. Um parto normal pode durar até oito horas!
Resultado: Henry afirmou que passou a se sentir "mais perto das mulheres".

sexta-feira, 5 de julho de 2013

05 de Julho de 2013: 16 anos de namoro!

O Marcião tá namorando! Há 16 anos! Ah, de casados já são 12 anos!

Um grande abraço!

A foto acima foi tirada quando estávamos grávidos da Letícia.

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