"Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou" (Gn 1.27).
Parabéns a todas as mulheres. Parte da imagem de Deus só pode ser conhecida através de vocês. Por isso, Deus mesmo se compara à figuras femininas na Bíblia, para expressar a beleza da sua imagem presente na mulher:
"Como alguém a quem consola sua mãe, assim eu vos consolarei; e em Jerusalém vós sereis consolados" (Is 66.13).
Parabéns, mulheres, todos os dias!
Se você gostou desta mensagem, deverá gostar também de ler o nosso post "A Face Materna de Deus". Clique no link abaixo e confira!
http://marcio-marques.blogspot.com.br/2010/05/face-materna-de-deus.html
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terça-feira, 8 de março de 2016
domingo, 21 de fevereiro de 2016
A História da Páscoa numa História de Cordel
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Devemos nos preocupar com a "Marcha para Satanás"?
INTRODUÇÃO
Alguns estão dizendo que está programada a realização de uma "Marcha para Satanás" (não vou trazer aqui a data e o local, pois não quero ficar promovendo esse tipo de coisa). Tenho visto várias pessoas preocupadas, mobilizando a Igreja para oração, etc. Desde o início, vou deixar claro o seguinte: A IGREJA TEM COISA MAIS IMPORTANTE PARA FAZER. Por quê? Reflita comigo:
1) A BÍBLIA NÃO NOS CHAMA PARA ISSO
Você já leu, na sua Bíblia, que a Igreja estava preocupada com uma procissão de falsos deuses? Já leu alguma convocação para que a Igreja se colocasse em oração em razão de uma procissão para a deusa Ártemis? Não! A Igreja ficou alarmada com as procissões do culto ao imperador? Não! Se querem fazer uma marcha para Satanás, isso não é problema nosso. A Bíblia não nos ensina que devemos ficar "alarmados" com marcha para Satanás, mas sim que devemos anunciar o Evangelho, testemunhar o Evangelho e fazer discípulos de Jesus. Deveríamos estar mesmo preocupados é com as marchas para Satanás que acontecem nas próprias igrejas!
2) MOTIVOS MAIS IMPORTANTES PARA ORAR
a) ADORAÇÃO. Devemos adorar a Deus por quem Ele é: nosso Criador, Provedor e Salvador. Devemos louvar a Deus por tudo o que Ele já fez, continua fazendo e fará.
Agora, muitos não louvam a Deus e estão preocupados com marchas...
b) ARREPENDIMENTO. Onde estão os cristãos do nosso país? Que tipo de testemunho estamos dando? Os "evangélicos" mais famosos são motivo de grande vergonha, e muitos estão fazendo da Palavra de Deus mercadoria (cf. 2Co 2.17). Além disso, há muito "cristão" que não ora, não lê a Bíblia, não estuda a Bíblia, não participa da celebração dos cultos dominicais, não anuncia o Evangelho, não vive o discipulado, não se envolve com o alívio do sofrimento do próximo... Se haverá ou não marcha para Satanás, isso não é o importante. O importante é que os cristãos vivam como cristãos. Afinal, não é o inferno que vai derrubar as portas da Igreja, mas é a Igreja quem deve derrubar as portas do inferno (Mt 16.18) - Mas, às vezes, alguns entre nós merecem ser chamados de Satanás, pois rejeitam a cruz (Mt 16.21-23).
b) VOCAÇÕES. A Igreja tem um chamado, uma missão (Mt 28.18-20). Jesus ensinou que devemos orar por trabalhadores para a seara (Mt 9.37-38). E imediatamente, ele chama para o ministério aqueles a quem conclamou para orar (Mt 10.1ss). Devemos orar por trabalhadores na seara enquanto somos trabalhadores da seara. Se vivermos assim, não temos motivo para preocupação com desfile de gente que ainda não conheceu a glória de Jesus Cristo, nosso Senhor.
c) "PAI NOSSO". Jesus nos ensina a orar (Mt 6.5-15), e a oração que Ele fez é uma oração modelo, ou seja, deve servir de padrão para as nossas orações. Jesus nos ensinou a orar por alguma marcha? Não! Ele nos ensinou a "exigir nossos direitos"? Não! Na oração do "Pai Nosso", Jesus nos ensina (em resumo): 1) Deus é maior e está acima de tudo; 2) Ele é quem traz sobre nós o Seu Reino; 3) É a Vontade dEle que deve ser feita - e, não necessariamente, a nossa; 4) Devemos pedir a Deus aquilo que é essencial ("pão nosso") - e sermos gratos quando o temos; 5) Precisamos do perdão de Deus, que nos torna devedores de perdão para o nosso próximo; 6) Precisamos da ajuda do próprio Deus em relação às tentações; 7) Precisamos que Deus nos livre do mal ou do maligno. Em relação a este último ponto, o problema não é aquilo que acontece fora, mas sim dentro de nós.
3) ENQUANTO ISSO, SATANÁS ESTÁ MARCHANDO...
Tem gente que não ora, não medita na Palavra de Deus, não anuncia o Evangelho, não faz discípulos, não congrega, não celebra a Ceia do Senhor, não ensina a Palavra de Deus para os filhos de forma direta e pelo exemplo...
Tem gente que vive falando mal da liderança da igreja, que não assume o chamado de Deus para a própria vida, que não ama, não perdoa, não confia em Deus..
Tem gente que não se importa com o próximo, que vive uma vida alienada, que não busca ser instrumento de Deus para um mundo melhor... e está preocupado com a marcha para Satanás!
4) ALGUMAS SUGESTÕES PARA REFLEXÃO
Quer continuar refletindo sobre o assunto? Vamos deixar algumas sugestões.
Isaías 45.16-25; Mateus 4.1-11; Mateus 6.9-15; Mateus 16.21-23; Atos 4.23-31; Atos 26.15-18; Romanos 16.17-20; 2Coríntios 11.1-15; 2Tessalonicenses 2.1-11; 1Timóteo 4.1-2; 1João 3.1-10; Ap 2.18-29.
CONCLUSÃO
Quando a Igreja segue a Jesus Cristo, ela não tem motivo para se preocupar com marcha alguma, pois as portas do inferno não prevalecem contra ela. Agora, quando uma pessoa se desvia da cruz e não vive a vontade de Deus, ela mesma é chamada "Satanás". NOSSO PROBLEMA NÃO É A VIDA DOS OUTROS, MAS A NOSSA PRÓPRIA VIDA. ACORDA, IGREJA!
Alguns estão dizendo que está programada a realização de uma "Marcha para Satanás" (não vou trazer aqui a data e o local, pois não quero ficar promovendo esse tipo de coisa). Tenho visto várias pessoas preocupadas, mobilizando a Igreja para oração, etc. Desde o início, vou deixar claro o seguinte: A IGREJA TEM COISA MAIS IMPORTANTE PARA FAZER. Por quê? Reflita comigo:
1) A BÍBLIA NÃO NOS CHAMA PARA ISSO
Você já leu, na sua Bíblia, que a Igreja estava preocupada com uma procissão de falsos deuses? Já leu alguma convocação para que a Igreja se colocasse em oração em razão de uma procissão para a deusa Ártemis? Não! A Igreja ficou alarmada com as procissões do culto ao imperador? Não! Se querem fazer uma marcha para Satanás, isso não é problema nosso. A Bíblia não nos ensina que devemos ficar "alarmados" com marcha para Satanás, mas sim que devemos anunciar o Evangelho, testemunhar o Evangelho e fazer discípulos de Jesus. Deveríamos estar mesmo preocupados é com as marchas para Satanás que acontecem nas próprias igrejas!
2) MOTIVOS MAIS IMPORTANTES PARA ORAR
a) ADORAÇÃO. Devemos adorar a Deus por quem Ele é: nosso Criador, Provedor e Salvador. Devemos louvar a Deus por tudo o que Ele já fez, continua fazendo e fará.
Agora, muitos não louvam a Deus e estão preocupados com marchas...
b) ARREPENDIMENTO. Onde estão os cristãos do nosso país? Que tipo de testemunho estamos dando? Os "evangélicos" mais famosos são motivo de grande vergonha, e muitos estão fazendo da Palavra de Deus mercadoria (cf. 2Co 2.17). Além disso, há muito "cristão" que não ora, não lê a Bíblia, não estuda a Bíblia, não participa da celebração dos cultos dominicais, não anuncia o Evangelho, não vive o discipulado, não se envolve com o alívio do sofrimento do próximo... Se haverá ou não marcha para Satanás, isso não é o importante. O importante é que os cristãos vivam como cristãos. Afinal, não é o inferno que vai derrubar as portas da Igreja, mas é a Igreja quem deve derrubar as portas do inferno (Mt 16.18) - Mas, às vezes, alguns entre nós merecem ser chamados de Satanás, pois rejeitam a cruz (Mt 16.21-23).
b) VOCAÇÕES. A Igreja tem um chamado, uma missão (Mt 28.18-20). Jesus ensinou que devemos orar por trabalhadores para a seara (Mt 9.37-38). E imediatamente, ele chama para o ministério aqueles a quem conclamou para orar (Mt 10.1ss). Devemos orar por trabalhadores na seara enquanto somos trabalhadores da seara. Se vivermos assim, não temos motivo para preocupação com desfile de gente que ainda não conheceu a glória de Jesus Cristo, nosso Senhor.
c) "PAI NOSSO". Jesus nos ensina a orar (Mt 6.5-15), e a oração que Ele fez é uma oração modelo, ou seja, deve servir de padrão para as nossas orações. Jesus nos ensinou a orar por alguma marcha? Não! Ele nos ensinou a "exigir nossos direitos"? Não! Na oração do "Pai Nosso", Jesus nos ensina (em resumo): 1) Deus é maior e está acima de tudo; 2) Ele é quem traz sobre nós o Seu Reino; 3) É a Vontade dEle que deve ser feita - e, não necessariamente, a nossa; 4) Devemos pedir a Deus aquilo que é essencial ("pão nosso") - e sermos gratos quando o temos; 5) Precisamos do perdão de Deus, que nos torna devedores de perdão para o nosso próximo; 6) Precisamos da ajuda do próprio Deus em relação às tentações; 7) Precisamos que Deus nos livre do mal ou do maligno. Em relação a este último ponto, o problema não é aquilo que acontece fora, mas sim dentro de nós.
3) ENQUANTO ISSO, SATANÁS ESTÁ MARCHANDO...
Tem gente que não ora, não medita na Palavra de Deus, não anuncia o Evangelho, não faz discípulos, não congrega, não celebra a Ceia do Senhor, não ensina a Palavra de Deus para os filhos de forma direta e pelo exemplo...
Tem gente que vive falando mal da liderança da igreja, que não assume o chamado de Deus para a própria vida, que não ama, não perdoa, não confia em Deus..
Tem gente que não se importa com o próximo, que vive uma vida alienada, que não busca ser instrumento de Deus para um mundo melhor... e está preocupado com a marcha para Satanás!
4) ALGUMAS SUGESTÕES PARA REFLEXÃO
Quer continuar refletindo sobre o assunto? Vamos deixar algumas sugestões.
Isaías 45.16-25; Mateus 4.1-11; Mateus 6.9-15; Mateus 16.21-23; Atos 4.23-31; Atos 26.15-18; Romanos 16.17-20; 2Coríntios 11.1-15; 2Tessalonicenses 2.1-11; 1Timóteo 4.1-2; 1João 3.1-10; Ap 2.18-29.
CONCLUSÃO
Quando a Igreja segue a Jesus Cristo, ela não tem motivo para se preocupar com marcha alguma, pois as portas do inferno não prevalecem contra ela. Agora, quando uma pessoa se desvia da cruz e não vive a vontade de Deus, ela mesma é chamada "Satanás". NOSSO PROBLEMA NÃO É A VIDA DOS OUTROS, MAS A NOSSA PRÓPRIA VIDA. ACORDA, IGREJA!
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Música de Verdade para Terminar e Começar Adorando
No meio de tanto vazio musical, uma música de verdade, para terminar o ano e começar o novo ano adorando a Jesus Cristo, o Senhor, o Salvador, o Consolador.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Conversão no Acostamento
Para rir um pouco...
Fonte da imagem: http://ak-hdl.buzzfed.com/static/2015-02/3/15/enhanced/webdr10/enhanced-buzz-11137-1422995731-17.jpg
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sábado, 26 de dezembro de 2015
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Natal... a história se repete... (ou não?)
"Naqueles dias César Augusto publicou um decreto ordenando o recenseamento de todo o império romano. Este foi o primeiro recenseamento feito quando Quirino era governador da Síria. E todos iam para a sua cidade natal, a fim de alistar-se.Assim, José também foi da cidade de Nazaré da Galiléia para a Judéia, para Belém, cidade de Davi, porque pertencia à casa e à linhagem de Davi. Ele foi a fim de alistar-se, com Maria, que lhe estava prometida em casamento e esperava um filho. Enquanto estavam lá, chegou o tempo de nascer o bebê, e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque NÃO HAVIA LUGAR PARA ELES na hospedaria" (Lucas 2.1-7).
Jesus, o motivo do Natal, continua não encontrando lugar em muitos corações...
No entanto, muitos estão abrindo as portas para Ele...
"Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam.
Mas, a todos quantos o receberam,
deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber,
aos que creem no seu nome" (João 1.11-12).
Há lugar para Jesus em sua casa?
Há lugar para Jesus em sua vida?
"Eis que estou à porta e bato:
se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta,
entrarei em sua casa e cearei com ele,
e ele comigo" (Apocalipse 3.20).
Fonte da imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhksYKGU5pbYjyxYw15yW4jpjpZpK0qf0z8AbdBGaHzOIonNpYBjcGDcK36AoDAuv6yUYvxpdeGEYAgV2kQJtAwyCUUEdeGQI-Q_kpRAqw67Fo5_bBGAuNw5SpRpnUIcepMzeHWAbrAwmI/s1600/147.jpg
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Natal: a Festa do Amor ou do Consumismo?
Quem é a figura central do Natal? Esta é uma pergunta muito importante, não apenas para nós, mas também para os nossos filhos. Quais são os valores e os princípios que temos vivido e que temos ensinado para as nossas crianças? Há duas figuras centrais que são lembradas no Natal, que tanto expressam quanto denunciam quais são nossos valores: Jesus Cristo e o Papai Noel.
1) Jesus Cristo: o Natal como expressão de amor
Qual o sentido do Natal quando a sua figura central é Jesus Cristo?
Na verdade, o Natal é simplesmente a celebração do nascimento de Jesus. Mas qual é o sentido do nascimento de Jesus, segundo a fé cristã, tal como afirmada no Novo Testamento?
A fé cristã afirma que Deus é o Criador do universo. A doutrina cristã sobre Deus é a doutrina da Santíssima Trindade: O Deus único e verdadeiro é Pai, Filho e Espírito Santo. Como diria Agostinho de Hipona, Deus é amor, pois é o Amante (Pai), o Amado (Filho) e o Amor (Espírito Santo). Deus é amor, mas apesar de não precisar de mais nada, pois Ele é pleno no amor e na comunhão de si mesmo na Trindade (entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo), Deus criou o universo por uma razão: para amar algo além de si mesmo. O amor de Deus o move para criar o universo todo e, de forma especial, o ser humano, criado à sua imagem e semelhança. Deus cria o ser humano para um relacionamento livre de amor, mas, para que o ser humano fosse de fato livre, Deus o cria com capacidade para escolher entre o bem e o mal. Segundo a Bíblia, no Éden, o ser humano resolve dar ouvidos à voz da serpente e não à voz de Deus. O pecado, esta atitude de desprezo por Deus e sua palavra, alcançou todas as pessoas, de modo que Paulo vai afirmar: "todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 3.23).
O pecado leva o ser humano à uma crise profunda: crise teológica (relação com Deus), crise psicológica (relação consigo mesmo), crise sociológica (relação com o próximo) e crise ecológica (relação com o restante da criação).
Mas onde é que entra Jesus? Jesus é o Filho de Deus, por meio de quem todas as coisas foram criadas (Jo 1.1-3). O Filho de Deus veio ao mundo, assumiu a nossa humanidade, nasceu de uma virgem pelo poder do Espírito Santo, para nos reconciliar Deus. É o que diz um dos textos mais conhecidos da Bíblia:
"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que jugasse o mundo mas para que o mundo fosse salvo por ele" (João 3.16).
Este é o sentido do Natal: o amor de Deus por toda a sua criação, em especial pelo ser humano, criado à sua imagem e semelhança. O amor que leva a Deus Pai a enviar o Seu Filho para reconciliar consigo o mundo. O amor que leva a Deus Filho a se entregar a si mesmo por nós, por amor. O amor de Deus, o Espírito, que é o poder tanto da encarnação do Filho de Deus (nascimento de Jesus) quanto o poder de sua vida de amor e serviço, sua morte na cruz pelos nossos pecados e o poder da ressurreição de Jesus.
Quando cremos que Jesus é o sentido do Natal, afirmamos que o nosso valor não está naquilo que nós temos, mas sim no amor: no amor de Deus por todos nós, no amor que aprendemos com Deus para podermos amar a si próprios, ao próximo e a criação de Deus (1Jo 4.7-21).
Como diriam os anjos aos pastores:
"Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos servirá de sinal: encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada em manjedoura.. E subitamente, apareceu com o anjo uma multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem" (Lc 2.10-14).
Quando o Natal é Jesus Cristo, é festa de amor, de alegria, de reconciliação!
2) Papai Noel: o Natal como consumismo
Qual o sentido do Natal, quando sua figura central é o Papai Noel? Atualmente o sentido básico é o consumismo, mas não foi sempre assim. Na verdade, o "bom velhinho" era nada mais, nada menos que um cristão, cuja fé em Cristo o inspirava à generosidade. No entanto, com o tempo, foi transformado num garoto propaganda que incita ao consumismo. Vamos acompanhar esta história.
Nicolau foi arcebispo na Turquia do século IV, sendo conhecido posteriormente como "São Nicolau Taumaturgo". Diz uma tradição que Nicolau deu um saco de moedas a um pai que estava a ponto de vender a própria filha para saudar uma dívida, salvando assim a jovem. Outra tradição afirma que Nicolau ajudava os pobres da cidade de Mira, colocando moedas de ouro nas chaminés das casas. A partir destas tradições, surge a figura do "bom velhinho", que usava, na verdade, roupas de bispo: ao invés da toca na cabeça, Nicolau usava uma mitra episcopal. Alguns séculos depois de sua morte, Nicolau é canonizado pela Igreja Católica Romana.
Na Alemanha, "São Nicolau" se transforma em símbolo natalino.
No ano de 1822 Clark Moore, um professor de literatura grega da cidade de Nova York, escreveu um poema chamado "Uma visita de São Nicolau", no qual cria alguns elementos que se popularizarão posteriormente em relação ao Papai Noel, tais como o trenó puxado por renas e a entrada pelas chaminés.
Mas quem deu ao Papai Noel outras características fundamentais foi o cartunista alemão Thomas Nast, enquanto vivia nos EUA. Thomas Nast escreveu em 1866 um encarte natalino colorido para a revista Harper´s Weekly chamado "Santa Claus and his works", no qual se encontra a figura de um velhinho gordinho chamado "Santa Claus" com longas barbas e cabelos brancos, e com uma roupa vermelha com um cinto branco. Neste encarte de Nast, outros elementos que se tornariam tradicionais na figura do "Papai Noel" já estão presentes, tais como o pinheiro decorado, a casa no Polo Norte, o livro do bem e do mal e o saco de presentes - além do trenó e da entrada pelas chaminés do poema de Clark Moore. Há vários registros de anúncios publicitários envolvendo o Papai Noel entre 1870 e 1928, para vender revistas, carros, carabinas, canetas, gramofones, creme de aveia, cigarros, pneus, lanternas, escovas de cabelo, presunto, café, meias, brinquedos, relógios, equipamentos elétricos, cobertores, combustíveis... Mas as peças publicitárias que popularizaram definitivamente a figura do Papai Noel foram os anúncios da Coca-Cola, a partir do ano de 1930.
Ou seja, enquanto Nicolau foi um cristão cuja generosidade era inspirada por Jesus Cristo, o Papai Noel (nome brasileiro) deixou há muito tempo sua ligação com o cristão Nicolau, surgindo no final do século XIX como um "garoto propaganda", cuja função é nada mais nada menos que vender produtos - ou seja, incentivar o consumismo. Mas o que é o consumismo?
Consumismo é o apelo ao consumo de bens e produtos movido pelo significado simbólico destes bens, como aquilo que define a pessoa. Em outras palavras, no consumismo o que define o valor da pessoa são os bens e produtos que ela consome. É o verbo "ter" definindo o verbo "ser". Seu valor é definido por aquilo que você tem, por aquilo que você pode consumir ou simplesmente adquirir. Se você tem muito, você vale muito; se você tem pouco, vale pouco. O consumismo é profundamente destrutivo: é sinal e causa da crise ecológica, psicológica, social e teológica!
- Crise Ecológica: o consumismo leva as pessoas a consumirem cada vez mais produtos, mesmo que completamente supérfluos, o que leva gradualmente à exaustão dos recursos naturais, além do aumento da quantidade de lixo, que muitas vezes volta para a natureza.
- Crise Psicológica: ao invés de firmar a sua identidade naquilo que você é, esta identidade acaba se definindo por aquilo que você tem.
- Crise Sociológica: o que importa não é o amor, a compaixão, a partilha e a solidariedade, mas o consumismo egoísta.
- Crise Teológica: o Natal não é a celebração do amor de Deus, que vem em direção ao ser humano para trazer amor, reconciliação e paz, mas é a celebração do consumo!
CONCLUSÃO
É inevitável que nossos filhos entrem em contato com a figura simpática do bom velhinho. No entanto, não podemos esquecer de aproveitar todas as oportunidades para educar nossos filhos, transmitindo valores e princípios importantes. Neste sentido, devemos dar prioridade à mensagem de amor, alegria e paz que o verdadeiro Natal nos traz: O amor, a alegria e a paz vieram até nós, não através de badulaques ou cacarecos, mas através de uma criança, do Filho de Deus que veio ao mundo por amor. Jesus Cristo é o grande presente do Pai a todos nós.
Feliz Natal!
Que Deus abençoe a sua vida com muito amor, alegria e paz!
Fonte da imagem: http://felippeneri.blogspot.com.br/2011_12_01_archive.html
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Epilepsia: Música e Medicina
Você conhece alguém que sofre a epilepsia?
Música e Vídeo do meu amigo João Gabriel. Música e Medicina.
Lindo trabalho. Vale a pena conferir.
Música e Vídeo do meu amigo João Gabriel. Música e Medicina.
Lindo trabalho. Vale a pena conferir.
Vídeo de Prevenção ao Abuso Sexual Infantil
Este vídeo deve ser compartilhado com as nossas crianças.
sábado, 14 de novembro de 2015
Os Dois Livros da Revelação - Uma Meditação no Salmo 19
e o firmamento anuncia as obras das suas mãos.
2 Um dia discursa a outro dia,
e uma noite revela conhecimento a outra noite.
3 Não há linguagem, nem há palavras,
e deles não se ouve nenhum som;
4 no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz,
e as suas palavras, até aos confins do mundo. Aí, pôs uma tenda para o sol,
5 o qual, como noivo que sai dos seus aposentos,
se regozija como herói, a percorrer o seu caminho.
6 Principia numa extremidade dos céus,
e até à outra vai o seu percurso;
e nada refoge ao seu calor.
[Livro da Lei do SENHOR]
[Livro da Lei do SENHOR]
7 A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma;
o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices.
8 Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração;
o mandamento do SENHOR é puro e ilumina os olhos.
9 O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre;
os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos.
10 São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado;
e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos.
11 Além disso, por eles se admoesta o teu servo;
em os guardar, há grande recompensa.
12 Quem há que possa discernir as próprias faltas?
Absolve-me das que me são ocultas.
13 Também da soberba guarda o teu servo, que ela não me domine;
então, serei irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão.
14 As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração
sejam agradáveis na tua presença, SENHOR,
rocha minha e redentor meu!
O Livro da criação (a revelação geral)
À revelação de Deus na criação costuma-se chamar de "revelação geral", pois está acessível a todas as pessoas, de todas as línguas, raças, tribos e nações, revelando a todos que há um Deus Criador Todo-Poderoso. O apóstolo Paulo está de acordo com esta afirmação do Salmo 19, quando afirma o seguinte:
"A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homens corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis" (Rm 1.18-23).
Nos versos de 1 a 6 o Salmo 19 usa exemplos celestiais para expressar a glória de Deus refletida na sua criação (céus, o firmamento, o dia, a noite, o sol). A linguagem é poética.
Através dos céus, podemos contemplar a sua glória (v. 1a). Li certa vez uma bela lenda judaica, que ilustra muito bem a afirmação do reflexo da glória de Deus na criação.
"Alexandre, o Grande, perguntou para um judeu o seguinte: "se há um Deus Criador, por que Ele não aparece de vez para revelar a sua glória, a fim de que seja louvado pelas suas criaturas?". O judeu foi embora calado, mas voltou no dia seguinte, fazendo um convite para o grande imperador: "Alexandre, eu quero te mostrar Deus". O judeu, então, conduziu Alexandre para fora do palácio, dizendo o seguinte: "olhe para o sol fixamente por uma hora e você verá a Deus". Alexandre respondeu: "Estás louco? Se eu contemplar o sol por alguns minutos ficarei cego!". Então o judeu respondeu: "Se não consegues contemplar a glória do sol, uma de Suas criaturas, como pretende contemplar a glória do Criador do Universo?".
Os homens sempre se maravilharam diante da criação, e quanto mais a conhecemos, mais nos impressionamos com a grandeza do Criador. Durante séculos pensou-se que a superfície da terra fosse plana (chata), que o fim do oceano fosse um abismo, que o sol e as estrelas girassem no céu ao redor de nós. Galileu Galilei, Nicolau Copérnico, Johannes Kepler e Isaac Newton, todos cristãos, nos ajudaram a compreender que a terra não é plana e que ela gira em torno do sol. A sua fé não os impediu de grandes avanços na ciência, mas pelo contrário. Enquanto a Bíblia ensina QUEM criou o universo e PORQUÊ o criou, a ciência estuda COMO Deus criou.
A Bíblia diz: "No princípio criou Deus os céus e a terra" (Gênesis 1.1). Agostinho de Hipona, por volta do ano 500 d.C., disse em seu comentário do Gênesis que o tempo, o espaço e a matéria tiveram início. Até o início do século XX a maioria dos filósofos e cientistas afirmou que o tempo, a matéria e o espaço eram eternos, até que a Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein demonstrou que a tese de Agostinho tinha razão. No livro "Breve História do Tempo", Stephen W. Hawking afirmou o seguinte:
"O conceito de tempo não tem qualquer significado antes do começo do Universo. Este facto foi apontado por Santo Agostinho. Quando lhe perguntaram: "Que fazia Deus antes de criar o mundo?" Agostinho (...) respondeu que o tempo era uma propriedade do Universo que Deus tinha criado, e que não existia antes do começo do Universo" (1).
A fé no Deus Criador e na ciência se iluminam mutuamente. Como diria Albert Einstein:
"A ciência sem a religião é aleijada; a religião sem a ciência é cega".
O Livro da Lei do SENHOR (a revelação especial)
Nos versos de 7 a 14, o salmista nos fala de outro livro, livro da Lei do SENHOR. O assunto deste bloco é a chamada Revelação Especial de Deus, ou seja, o fato de que Deus se revela à humanidade através de meios especiais, como a Palavra de Deus ou Jesus Cristo, o Deus que se fez carne (João 1.14).
Meditar e crer na mensagem da Lei do SENHOR traz muitos benefícios:
A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma;
o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices.
8 Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração;
o mandamento do SENHOR é puro e ilumina os olhos.
9 O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre;
os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos.
10 São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado;
e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos.
11 Além disso, por eles se admoesta o teu servo;
em os guardar, há grande recompensa.
O Livro da Lei do SENHOR leva, inclusive, à superação do orgulho, da vaidade e da soberta. A revelação de Deus nos traz, ao mesmo tempo, fundamento para o amor próprio e para a humildade. Quanto mais contemplamos a Palavra de Deus, mas assumimos nossa humildade, diante da Sua grandeza!
O Salmo 14 termina com as seguintes palavras: "As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu!
Deus nos redimiu através de Seu Filho Jesus Cristo, a Rocha da nossa salvação. O Filho de Deus veio ao mundo por amor (Jo 3.16), se fez homem por amor (Jo 1.14), foi tentado em todas as coisas sem cometer pecado (Hb 4.15), morreu na cruz pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa salvação (1Co 15.3-4). As Escrituras dão testemunho dEle (Jo 5.39), que é a forma mais completa com a qual Deus se revelou a nós (Jo 1.18).
Quando conhecemos o amor de Deus revelado no Livro da Criação (vv. 1-6) e no Livro da Lei do SENHOR (vv. 7-14), que dá testemunho de Jesus Cristo, somos levados a superar o medo, através de uma vida cheia de amor, esperança e fé. Nesta nova vida, buscamos viver para a glória de Deus (1Co 10.31). Que nossas palavras, que o meditar do nosso coração, sejam agradáveis ao Criador!
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(1) Stephen W. Hawking. Breve História do Tempo - Do Big Bang aos Buracos Negros.
Fonte da imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhyxNkvIkAcY9VckSNziD2w93qOXw0VbyOviLI2Z2SR26Nh9D6hhXIWN3pvpH7TeYVDeOubJghQAIcYfNPmKoknvibWolC4VxcKILd9etb7FKrne2ttiHocR0Ho6YW2yOsd-73wJaAOTaB/s1600/ilustra1603.jpg
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quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Feminismo, ideologia transgênero, conceito de família...
Camille Paglia fala sobre sua própria revisão do feminismo, sobre a ideologia transgênero, conceito de família e suas definições sobre a cultura ocidental. Vídeo indicado pelo meu amigo Fabrício Fukahori. Vale a pena conferir!
domingo, 1 de novembro de 2015
O Argumento Cosmológico - vídeo
Abaixo, um vídeo bastante didático sobre o "argumento cosmológico" sobre a existência de Deus.
terça-feira, 27 de outubro de 2015
William Lane Craig refuta o argumento central de Dawkins
Richard Dawkins é um dos mais celebrados representantes do chamado "neoateísmo". Neste vídeo, o filósofo cristão William Lane Craig apresenta uma refutação clara do mais recente e popular livro de Dawkins, chamado "Deus, um delírio". Confira.
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Richard Dawkins, Bertrand Russell e Lewis Wolpert foram tomar um chá!
Richard Dawkins, em "Deus, um delírio", cita uma analogia do filósofo Bertrand Russell na tentativa de desqualificar a fé em Deus:
"Imagine um bule de chá em órbita em volta do sol. Você não pode desaprovar a existência desse bule de chá porque ele é pequeno demais ser observado pelos nossos telescópios. Ninguém seria louco em dizer: "bem, eu estou preparado para acreditar no bule porque eu não posso desaprová-lo". Dawkins conclui: "Talvez sejamos técnica e estritamente agnósticos, mas na prática todos somos ateus em relação ao bule de chá".
Assista ao vídeo abaixo e veja como o ateu Lewis Wolpert, num debate com um filósofo cristão, usa estes argumentos defendidos por Russell e Dawkins - e tire as suas próprias conclusões sobre o massacre ocorrido no debate!
Assista ao vídeo abaixo e veja como o ateu Lewis Wolpert, num debate com um filósofo cristão, usa estes argumentos defendidos por Russell e Dawkins - e tire as suas próprias conclusões sobre o massacre ocorrido no debate!
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Deus Existe? - Debate entre Christopher Hitchens vs William Lane Craig - Legendado
Este vídeo é de um ótimo debate entre um cristão e um ateu sobre a existência de Deus. Assista e tire as suas próprias conclusões. A minha é a seguinte: Enquanto William Lane Craig se propôs a apresentar teses e refutar as teses do Christopher Hitchens, este nem sempre procurou refutar as teses do seu debatedor. Na minha opinião o William Lane Craig (cristão) se saiu muito melhor. O que você acha? Vamos apresentar primeiro uma parte do vídeo em destaque e, em seguida, o vídeo completo.
É possível ser uma pessoa racional e crer em Deus?
Esta é uma pergunta que muita gente faz hoje em dia. A antiga crença iluminista (que encontra ainda hoje aqueles que acreditam nela) era de que o desenvolvimento da ciência, da economia e da cultura faria a religião desaparecer. Pois é, esta tese não tem se cumprido! Qual seria a explicação? Alguns ateus gostam de afirmar que não é possível ser uma pessoa versada em ciência, culta, inteligente e racional e, ao mesmo tempo, crer em Deus. Qual o problema desta tese? Ela é simplesmente falsa! Duvida? Então vamos lá. Vou citar alguns nomes de filósofos, cientistas, artistas e intelectuais que demonstram a falsidade da tese:
Filosofia: Agostinho, Tomás de Aquino, Blaise Pascal, René Descartes, Leibniz, Kierkgaard, John Locke, Alvin Plantinga, Henri Bergson, etc.
Ciência: Blaise Pascal, Galileu Galilei, Nicolau Copérnico, Isaac Newton, Roger Bacon, Robert Boyle, Stephen Hales, John Mitchell, George Mendel, Francis Collins, etc.
Literatura: Vinícius de Moraes, Dante Alighieri, John Milton, José de Anchieta, Fiodor Dostoievski, Gregório de Matos, C. S. Lewis, etc.
Prêmios Nobel: Martin Luther King Jr., Nelson Mandela, Desmond Tutu, Madre Teresa de Calcutá, Albert Schweitzer, etc.
Eis aí uma lista singela e pouco representativa, mas suficiente para demonstrar que a afirmação de que a fé cristã é incompatível com a razão e a ciência é uma superstição que pode ser facilmente refutada.
A fé cristã sempre se definiu como fé, e não como resultado científico. Isso não significa que não haja evidências claras a favor da fé cristã, mas trata-se de evidências e não provas científicas. Ou seja, a fé cristã, por sua própria natureza, não tem necessidade de provas científicas. No entanto, alguns ateus afirmam a impossibilidade de uma pessoa ser, ao mesmo tempo, inteligente, culta, instruída nas ciências e, ao mesmo tempo, ter fé em Deus. Ora, por que isso seria uma impossibilidade? Porquê este tipo de ateu afirma que a ciência e a razão são contrárias à fé em Deus. Se isso é verdade, o ônus da prova cabe a este tipo de ateu, pois eles acreditam que uma pessoa inteligente não pode ser cristã. Mas qual o problema com esta linha de raciocínio? Para começar ela é mentirosa, pois muitos intelectuais, cientistas, pensadores do passado e do presente creem em Deus! (Veja a lista acima). Ou seja, o cristianismo não tem necessidade de provar nada, pois afirma que, apesar de todas as evidências e da compatibilidade entre fé cristã, ciência e razão, sua doutrina se fundamenta na fé. O ateísmo também é um tipo de crença, e na minha opinião, não precisa provar nada, pois é uma crença. No entanto, a partir do momento que o ateísmo (ou melhor, alguns ateus) passa a afirmar que a fé em Deus não é compatível com a ciência e a razão, ele deve provar o que afirma, pois há provas incontestáveis de que pessoas inteligentes creem em Deus.
Conclusão: Ser uma pessoa racional e crer em Deus não é apenas possível; é comum!
sábado, 3 de outubro de 2015
Ex-Diretor do "Projeto Genoma Humano" explica os motivos do abandono do ateísmo
Francis Collins (Ex-Diretor do Projeto Genoma Humano), em uma entrevista, explica as razões pelas quais fora ateu a maior parte de sua vida, mas, já adulto e cientista conceituado, se convenceu de que há Deus!
E tem gente que continua afirmando que fé em Deus é coisa de ignorante. Na verdade, é necessário ter muita fé para ser ateu - e é necessário uma superstição grosseira para achar que crer em Deus é coisa de gente que não pensa.
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Por que os teólogos não param de fazer teologia?
Por que os teólogos não param de fazer teologia? Se a fé cristã é verdadeira, por que os cristãos continuam a refletir sobre a doutrina, de geração em geração? Quando esta tarefa vai acabar?
Deus não cabe numa doutrina. Deus não cabe numa caixa. Deus não cabe num sistema fechado de teologia. No entanto, a Palavra de Deus nos diz o seguinte: `santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós` (1Pe 3.15). Deus é tão grande que não cabe nem mesmo na Bíblia! (Jo 21.25). Nem mesmo a Bíblia esgota a Deus. A Bíblia não nos diz tudo o que se pode saber sobre Deus, mas aquilo que precisamos conhecer sobre Deus.
Nós devemos estar preparados para dar a razão da nossa fé, expressando a mensagem do Evangelho numa linguagem em que as pessoas possam compreender. A Palavra de Deus não muda, mas a cultura, os valores, a linguagem, enfim, as pessoas mudam. Por isso, devemos sempre refletir sobre a Palavra de Deus em novos contextos, para desfrutar do seu conhecimento e poder anunciá-la.
As doutrinas que refletem a revelação que Deus faz de si mesmo são boas, necessárias e saudáveis. Enquanto vemos em parte (1Co 13.8-12) vamos continuar fazendo teologia, cantando teologia, respirando teologia, até Aquele Dia, em que Deus será tudo em todos (1Co 15.20-28).
Os teólogos continuam fazendo teologia pelo mesmo motivo que os poetas e cantores continuam falando e cantando sobre o amor: ele é inesgotável, sempre novo, surpreendente, arrebatador! Os teólogos continuam fazendo teologia porque Deus é amor!
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