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sábado, 31 de agosto de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Livres do Medo: a Certeza da Salvação
(Publicado na revista Vivendo a Fé 26 - "Perseverança dos Crentes", da Editora Pendão Real)
Texto básico: 1João 5.13-15
Texto central: “Eu escrevo essas coisas a vocês que
creem no Filho de Deus, para que vocês saibam que têm a vida eterna” (1João
5.13 - NTLH).
Leituras bíblicas diárias:
Seg – João 1.12-14
Ter – João 3.16-18
Qua – João 10.27-28
Qui – Romanos 8.12-17
Sex – Romanos 8.28-30
Sab – Efésios 1.13-14
Dom – 1João 4.17-19
INTRODUÇÃO
Um cristão pode ter a certeza da
salvação? Um dia uma antiga colega de trabalho me disse o seguinte: “Eu acho
que vocês protestantes são muito arrogantes e orgulhosos, porque vocês
se consideram melhores do que os outros, pois acham que já são salvos!”.
Assim como ela, tem muita gente que ainda não entendeu a certeza da salvação
segundo ensina a Bíblia.
1. O que é a “certeza da salvação”?
Definimos
“certeza da salvação” como a convicção de que a pessoa não esteja mais debaixo
da ira de Deus (João 3.35-36). É a certeza de ter sido alvo da graça de Deus,
mediante a fé em Cristo, por obra do Espírito Santo. Esta graça consiste no
fato de, em Cristo, sermos perdoados dos nossos pecados, de termos sido selados
com o Espírito Santo para a salvação, de sermos herdeiros de Deus e coerdeiros
com Cristo, de tal modo que as promessas da Palavra de Deus, que são
verdadeiras, já estão se cumprindo e continuarão se cumprindo em nós.
2. A CERTEZA DA
SALVAÇÃO E O FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
A Certeza da Salvação depende do fundamento da salvação. E o fundamento
da salvação não é a decisão, a capacidade ou a vontade humanas,
mas é a pessoa e a obra salvadora do Senhor Jesus Cristo. Pela justificação
somos livres da culpa do pecado. Pela santificação, do poder do pecado. Pela
certeza da salvação, do medo da condenação! Para ilustrar esta certeza, gostaria
de partir de uma parábola:
“Um navio se choca
contra um iceberg em meio as águas geladas ao Atlântico norte e começa a
afundar. Os náufragos estão perdidos, sem condições de se salvar, e se agarram
no que podem, até que surge um barco que começa a atirar boias presas a cordas.
Os náufragos que ainda estão vivos se agarram as boias com todas as suas
forças, com muita vontade de viver. No entanto, apesar de toda vontade de viver
e de toda a força que fizeram, eles não se salvaram, mas foram salvos, pois sua
vontade e força seriam completamente inúteis sem alguém para salvá-los”.
A certeza da salvação está ligada ao fundamento da salvação, que é
Cristo! Quando Jesus
lança a boia e nós a agarramos, mesmo ainda na água sabemos que já estamos salvos, pois estamos sendo resgatados, assim como os
outros já foram. É Deus quem opera em
nós! É obra de Deus! A certeza da salvação não pode significar a celebração
do orgulho humano, mas pelo contrário, é a celebração do amor, da graça e da
misericórdia de Deus, de um lado, e a confissão da fraqueza, miséria e
necessidade humana, de outro lado.
3)
As testemunhas da “certeza da salvação”
Aqueles que
creem que Jesus Cristo é o Senhor, aqueles que se submetem ao seu ensino,
exemplo e pessoa, buscarão fazer a vontade de Deus e, portanto, serão batizados
e professarão a sua fé em Cristo e participarão da comunhão da Igreja de
Cristo, inclusive da vida dos sacramentos. A estes, que Deus torna seus filhos
e filhas em Cristo, Deus provê o que precisam para ter a certeza da própria
salvação. Esta certeza está baseada em alguns testemunhos, como veremos a
seguir.
a) A Palavra de Deus. A Bíblia afirma que o único fundamento da salvação é o próprio Deus. Foi Ele quem tomou
a iniciativa da salvação. O Pai enviou o Seu Filho para nos salvar (João 3.16).
O Filho se entregou por nós, por amor de nós e para a nossa salvação (Gálatas 2.19-21). O Espírito de Santo foi enviado pelo Filho para habitar em nós, sendo
ele mesmo tanto o selo quanto o penhor da nossa salvação (2Co 1.21-22; Ef
1.13-14). Aqueles que creem em Cristo, que são perdoados pela graça de Deus,
aqueles em quem habita o Espírito Santo, são, de fato, filhos e filhas de Deus.
E esta graça, na qual somos chamados
eficazmente, justificados pela graça de Deus mediante a fé em Cristo,
santificados pelo Espírito Santo da promessa e pela Palavra de Deus, é uma realidade pela graça de Deus! E a Bíblia deixa claro que quem crê no Filho
de Deus deve ter a certeza da salvação (1João 5.13).
b) O Espírito Santo. O salvo vive no Espírito, no qual é selado
para salvação. O Espírito Santo é o penhor, a garantia, da nossa salvação.
Sendo assim, é este mesmo Espírito que testifica aos nossos corações que somos
filhos de Deus. O Espírito Santo é testemunha da salvação e nos leva a certeza
da salvação. Deus não tem compromisso com a falsa certeza da salvação por parte
daqueles que não são salvos (Lucas 18.9-14), mas Ele mesmo produz a certeza da
salvação na vida dos seus filhos (Romanos 8.16).
c) As Boas Obras. A nossa salvação não é conquistada por nós ou
realizada por causa das nossas boas obras. No entanto, apesar de não serem a causa da salvação, elas são,
necessariamente, sua consequência,
pois o salvo é “criado em Cristo Jesus para as boas obras” (Ef 2.10). Algumas
pessoas ímpias e insensatas fazem afirmações como a seguinte: “ora, se eu tenho
a certeza da salvação, então eu tenho o direito de pecar a vontade!”. Grande
engano! Os filhos de Deus vivem na graça de Deus no Espírito e o fruto do
Espírito é contrário as obras da carne (Gálatas 5.16-26). O Espírito Santo e a
Palavra de Deus nos santificam de tal maneira que seremos conduzidos a uma vida
de beleza, de amor, de cruz, de boas obras, para a glória de Deus. Estas boas
obras são testemunhas da graça de Deus e, portanto, testemunhas da certeza da
salvação.
d) Os Sacramentos. Calvino afirma o seguinte sobre o sacramento: “é o sinal externo mediante o qual o Senhor
nos sela à consciência as promessas de sua benevolência para conosco, a fim de
suster-nos a fraqueza de nossa fé, e nós, de nossa parte, atestamos nossa
piedade para com Ele, tanto diante d´Ele, dos anjos, quanto dos homens”[1].
Especificamente sobre o batismo, Calvino afirma: “o batismo não é outra coisa que um sinal ou marca, com o qual
confessamos diante dos homens nossa religião... estes não tem presente o
principal do batismo, isto é, que devemos recebê-lo com a promessa de que todo
o que crer e for batizado será salvo”[2].
Os sacramentos são ordenados por Cristo nas Escrituras e neles Cristo se faz
presente na vida do seu povo. Os sacramentos nos sustentam diante da nossa
fraqueza, para que possamos ser fortalecidos na fé e nas promessas de Deus,
inclusive acerca da salvação realizada em nós pelo nosso Senhor e Salvador
Jesus Cristo.
4) Quatro posições possíveis em relação a “certeza da salvação”
Há
quatro grupos distintos em relação a certeza da salvação. São eles os
seguintes:
- Não são salvos, mas acham que
são;
- Não são salvos e sabem que não são;
- São salvos, mas acham que não são;
- São salvos e sabem que são.
O
primeiro grupo é formado por pessoas que estão enganadas em relação a salvação. Há muitos que não entendem o
fundamento da salvação. Acham que a salvação é algo que nós mesmos alcançamos e
realizamos, através das nossas obras de justiça, como se a salvação fosse uma
obra meramente humana. A Bíblia traz alguns exemplos de pessoas enganadas em
relação a própria salvação (veja, por exemplo, o fariseu em Lucas 18.9-14).
Precisamos conhecer bem o fundamento da salvação e as testemunhas da salvação,
para não nos enganarmos num assunto tão importante!
O
segundo grupo é formado pelas pessoas que tem
consciência de que Deus é Santo e que elas mesmas são pecadoras, mas não
conhecem o Evangelho da graça de Deus. Este grupo tem uma vantagem muito
grande em relação ao primeiro: ao menos já entenderam a verdade de que não
podemos alcançar a salvação através das nossas boas obras ou de nossa justiça
própria (Romanos 3.9-20, 23).
O
terceiro grupo é formado por pessoas que sabem que as nossas boas obras e nossa
justiça não trazem salvação, sabem que a salvação está apenas em Cristo, mas não creem que seja possível ter a certeza da
salvação. Este tipo de doutrina gera uma ansiedade brutal, pois afirma que todo
dia e durante todo o dia corremos o risco de ir para o inferno, caso venhamos a
morrer num momento de fraqueza! Este tipo de doutrina gera muita ansiedade – o
mal do século! Há muitos “líderes” de
“igrejas” hoje em dia que se aproveitam deste tipo de ansiedade para se
aproveitar da boa fé das pessoas.
O
quarto grupo é formado por aqueles que sabem que, apesar de criados a imagem e
semelhança de Deus, apesar de serem capazes de fazer boas obras, estas não
podem salvá-los, pois “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos
3.23). Mas eles sabem também que Deus, sendo misericordioso, amoroso e fiel,
traz sobre nós salvação pela sua graça, mediante a fé em Cristo Jesus. A
certeza da salvação não nos leva a entender que sejamos melhores que os outros,
mas pelo contrário, nos leva a reconhecer que o próprio Deus é o único justo e
justificador (Romanos 3.26). Não somos salvos por sermos bons, mas porque Deus
é bom! A certeza da salvação depende da graça de Deus. Assim, a certeza da
salvação, quando entendida corretamente, traz ao cristão segurança, não para
continuar pecando, mas para viver uma nova vida em Cristo, no poder do Espírito
Santo e na luz da Palavra de Deus. A Bíblia traz exemplos desta certeza da
salvação (Lucas 19.1-10; Lucas 22.43; Filipenses 4.3; etc.).
CONCLUSÃO
Há
quem se engane em relação a própria salvação, mas o engano de uns não pode
destruir a convicção bem fundamentada de outros. A certeza da salvação, na
perspectiva bíblica, não é doutrina que produz orgulho, mas humildade, justiça,
misericórdia e perdão. A certeza da salvação também nos livra do medo da ira de
Deus – o que é fundamental em tempos de tantas fobias. É um convite para se
aproximar de Deus não por interesse, mas por gratidão e amor, diante de tão
grande salvação!
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Salomão, sábio mas insensato
(Reflexão publicada no livro de devocionais "49 Dias de Jejum e Oração - homens").
Texto Bíblico
"Pelo que o SENHOR se indignou contra Salomão, pois desviara o seu coração do SENHOR, Deus de Israel, que duas vezes lhe aparecera" (1Reis 11.9).
Reflexão
"Pelo que o SENHOR se indignou contra Salomão, pois desviara o seu coração do SENHOR, Deus de Israel, que duas vezes lhe aparecera" (1Reis 11.9).
Reflexão
Deus tem
prazer em abençoar as pessoas, em derramar boas dádivas sobre o seu povo. Mas
apesar dos dons e talentos que Deus nos dá, muitas vezes continuamos com o
coração endurecido contra Deus!
Salomão era filho de Davi com Bate-Seba, a que fora mulher de Urias. Desde o nascimento ele foi amado por Deus (2Sm 12.24). Davi, avançado em dias, deu sua aprovação para que Salomão fosse o próximo rei de Israel.
Salomão era filho de Davi com Bate-Seba, a que fora mulher de Urias. Desde o nascimento ele foi amado por Deus (2Sm 12.24). Davi, avançado em dias, deu sua aprovação para que Salomão fosse o próximo rei de Israel.
Depois que
assume o reinado, “o SENHOR Deus apareceu
num sonho a Salomão e perguntou: — O que você quer que eu lhe dê?” (1Reis
3.5). Salomão responde: “dá-me sabedoria
para que eu possa governar o teu povo com justiça e saber a diferença entre o bem
e o mal. Se não for assim, como é que eu poderei governar este teu grande povo?”
(1Reis 3.9). A resposta agradou ao SENHOR, que deu a Salomão não apenas
sabedoria para governar com justiça, mas também o que Salomão não pediu: “durante toda a sua vida, você terá riquezas
e honras, mais do que qualquer outro rei. E, se você me obedecer e guardar as
minhas leis e os meus mandamentos, como fez Davi, o seu pai, eu lhe darei uma
vida longa” (1Reis 3.13-14). Depois que Salomão edificou o Templo em
Jerusalém, Deus aparece a ele novamente afirmando: que o destino daquele
templo, bem como a confirmação da descendência de Salomão sobre o trono,
dependeriam da fidelidade a Deus e aos seus mandamentos de amor (1Reis 9.1-9).
Salomão,
cheio de sabedoria dada por Deus, teve um reinado cheio de realizações e
conquistas. No entanto, todas as bênçãos, todos os talentos e dons que Deus
derramou sobre ele, não o impediram de seguir o caminho da idolatria e da
opressão ao povo de Deus: foi influenciado pelas suas muitas mulheres
estrangeiras, adoradoras de outros deuses (1Reis 11.4).
A Bíblia
nos ensina que não devemos ser ingratos
e infiéis, mas ensina que é possível que uma pessoa comece com boas
intenções, receba de Deus dons e talentos, inclusive sabedoria, mas no fim
tenha um coração endurecido pelo pecado, influenciado por gente que não ama a
Deus e a justiça.
Salomão alcançou sabedoria apenas para governar os outros,
mas não se preocupou em cultivar a sabedoria para governar a própria vida no grande
princípio da sabedoria é o temor do Senhor (Provérbios 1.7).
Perguntas para reflexão
Deus, no seu amor e bondade,
tem abençoado a tua vida?
Como você tem respondido ao amor e a bondade de Deus?
Oração final
Pai, obrigado pelo teu amor,
tua graça e generosidade. Tem compaixão de nós para que os dons e talentos que
o Senhor derrama sobre nós andem lado a lado a uma vida de temor do Senhor. Que
possamos olhar para o Teu Filho amado, que é maior e mais sábio que Salomão e
nunca se entregou a insensatez, mas veio ao mundo para te servir servindo ao
próximo, trazendo amor e salvação, sendo fiel até a morte e morte de cruz.
Amém.
sábado, 24 de agosto de 2013
O artista Miguel: Pulando nos sofás!
Fazendo arte!
Ele parece distraído... mas está apenas planejando disfarçadamente!!!
sábado, 17 de agosto de 2013
Muçulmanos incendeiam igreja no Egito
Veja este vídeo!
CRISTÃOS NO EGITO. Desde a deposição de Mohamed Morsi da presidência do Egito no início de julho de 2013, 52 templos cristãos, da Igreja Copta, foram atacados no país, especialmente no interior — 17 desses ataques aconteceram nos últimos três dias, depois do confronto entre o Exército e as forças da Irmandade Muçulmana, que resultaram em centenas de mortos. Foi notícia na imprensa mundial a morte de três manifestantes que protestavam contra a deposição de Morsi no Egito. É lamentável a morte dos muçulmanos partidários de Mohamed Morsi pelo exército egípcio. Mas este crime não justifica a perseguição (muito maior) sofrida pelos cristãos egípcios. O porta-voz dos bispos católicos egípcios, Padre Rafiq Greiche, entrevistado pela Rádio Vaticano, informou que foram destruídas no período 40 "templos" (entre protestantes, católicos romanos e ortodoxos gregos).
CRISTÃOS NO MUNDO. Segundo o sociólogo Massimo Introvigne, coordenador do Observatório de Liberdade Religiosa, da Itália, mais de 100.000 (cem mil) pessoas foram mortas em 2012 no mundo, por um motivo muito claro: eram cristãos! Curioso é que a imprensa noticia a morte de três muçulmanos mortos pelo confronto entre o exército egípcio e as forças da Irmandade Muçulmana, mas se cala diante da morte de centenas de milhares de cristãos ao redor do mundo! No Brasil, a chamada "Marcha das Vadias" é notícia com o ajuntamento de poucas centenas de pessoas, mas a perseguição religiosa contra centenas de milhares de cristãos passa despercebida.
CRISTÃOS NO EGITO. Desde a deposição de Mohamed Morsi da presidência do Egito no início de julho de 2013, 52 templos cristãos, da Igreja Copta, foram atacados no país, especialmente no interior — 17 desses ataques aconteceram nos últimos três dias, depois do confronto entre o Exército e as forças da Irmandade Muçulmana, que resultaram em centenas de mortos. Foi notícia na imprensa mundial a morte de três manifestantes que protestavam contra a deposição de Morsi no Egito. É lamentável a morte dos muçulmanos partidários de Mohamed Morsi pelo exército egípcio. Mas este crime não justifica a perseguição (muito maior) sofrida pelos cristãos egípcios. O porta-voz dos bispos católicos egípcios, Padre Rafiq Greiche, entrevistado pela Rádio Vaticano, informou que foram destruídas no período 40 "templos" (entre protestantes, católicos romanos e ortodoxos gregos).
CRISTÃOS NO MUNDO. Segundo o sociólogo Massimo Introvigne, coordenador do Observatório de Liberdade Religiosa, da Itália, mais de 100.000 (cem mil) pessoas foram mortas em 2012 no mundo, por um motivo muito claro: eram cristãos! Curioso é que a imprensa noticia a morte de três muçulmanos mortos pelo confronto entre o exército egípcio e as forças da Irmandade Muçulmana, mas se cala diante da morte de centenas de milhares de cristãos ao redor do mundo! No Brasil, a chamada "Marcha das Vadias" é notícia com o ajuntamento de poucas centenas de pessoas, mas a perseguição religiosa contra centenas de milhares de cristãos passa despercebida.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Afirmação de Fé
A Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, em sua Assembléia Geral Ordinária no dia 13 de Julho de 2013, nas dependências da 1a IPI de Assis, aprovou a sua Afirmação de Fé. Após a apresentação de um texto que foi alvo da desaprovação dos conciliares, foi nomeada uma comissão com novos integrantes, que apresentou ao concílio o texto aprovado por unanimidade. Eis o texto:
"Cremos na Santa Trindade, que é modelo de comunhão, unidade e amor.
Cremos no Deus Pai, criador dos céus e da terra e de todos os seres humanos.
Cremos em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor e Salvador, que traz boas notícias aos pobres, liberdade aos cativos, vista aos cegos, libertação aos oprimidos e perdão para os nossos pecados.
Cremos no Espírito Santo derramado sobre filhos e filhas, moços e velhos, servos e servas.
Cremos na Igreja, família da fé, que abriga, acolhe e promove uma espiritualidade fundamentada na graça de Deus, que traz vida em plenitude, segundo as Escrituras Sagradas.
Cremos como nossa missão, a proclamação do Evangelho do Reino de Deus, para paz, justiça, liberdade e solidariedade, entre todos. Amém".
"Cremos na Santa Trindade, que é modelo de comunhão, unidade e amor.
Cremos no Deus Pai, criador dos céus e da terra e de todos os seres humanos.
Cremos em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor e Salvador, que traz boas notícias aos pobres, liberdade aos cativos, vista aos cegos, libertação aos oprimidos e perdão para os nossos pecados.
Cremos no Espírito Santo derramado sobre filhos e filhas, moços e velhos, servos e servas.
Cremos na Igreja, família da fé, que abriga, acolhe e promove uma espiritualidade fundamentada na graça de Deus, que traz vida em plenitude, segundo as Escrituras Sagradas.
Cremos como nossa missão, a proclamação do Evangelho do Reino de Deus, para paz, justiça, liberdade e solidariedade, entre todos. Amém".
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Revelação e experiência homossexual
O texto abaixo é de autoria de um dos maiores teólogos contemporaneos, o alemão Wolfhart Pannenberg, que foi professor de Teologia Sistemática na Universidade de Munique – Alemanha e diretor do Instituto de Teologia Ecumênica. Este artigo foi publicado em Novembro 1996 na Revista “Christianty Today”. Texto traduzido do Inglês pelo Rev. Frank Arnold.
Fonte: http://www.ipib.org/index.php/indice-de-meditacoes/714-revelacao-e-experiencia-homossexual
Pode o amor chegar ao ponto de ser pecaminoso? A tradição cristã no seu todo ensina que não existe tal coisa como amor invertido e pervertido. Os seres humanos são criados para amor, como criaturas do Deus que é amor. Mas mesmo assim essa característica divina é corrompida sempre quando as pessoas se distanciam de Deus ou então amam outras coisas mais que a Deus.
Jesus disse, “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim.” (Mt 10:37) O amor a Deus tem que ter precedência ao amor aos nosso pais, mesmo que amor aos pais seja ordenado pelo quarto mandamento.
A vontade de Deus – a proclamação de Jesus do senhorio divino sobre nossas vidas - deve ser aquilo que nos guia quanto à nossa identidade e auto-determinação. O significado disto para o comportamento sexual é visto no ensino de Jesus sobre divórcio. Para poder responder à pergunta dos fariseus sobre a admissibilidade do divórcio, Jesus se refere à criação dos seres humanos. Ele vê nisso a expressão dos propósitos de Deus para as suas criaturas. A criação confirma o fato que Deus criou os seres humanos como machos e fêmeas. Deste modo o homem deixa o pai e mãe para se unir à sua esposa tornando-se uma só carne.
Disto Jesus conclui que o permanente e indestrutível vínculo entre marido e esposa é a vontade do Criador para os seres humanos. A comunhão indissolúvel do casamento, no entanto, é alvo da nossa criação como seres sexuais (Mc 10.2-9). Uma vez que este princípio não é limitado ao tempo, a palavra de Jesus é o alicerce e o critério para todos os pronunciamentos cristãos sobre sexualidade, não apenas o casamento em particular, mas a nossa identidade como criaturas sexuais. De acordo com os ensinos de Jesus, a sexualidade humana como machos e fêmeas têm como propósito a comunhão indissolúvel do casamento. Este modelo pauta o ensino cristão sobre todas as áreas do comportamento sexual.
A perspectiva de Jesus, de maneira geral, corresponde à tradição judaica, embora a ênfase no caráter indissolúvel do casamento vá além da provisão para o divórcio contida na lei judaica (Dt 24.1) Entre os judeus havia uma convicção comum que homens e mulheres nas suas identidades sexuais são direcionados para a comunhão do casamento. Isto também explica a avaliação do Antigo Testamento sobre todo comportamento sexual que extrapole este princípio como a fornicação, o adultério e relações homossexuais.
As avaliações bíblicas da prática homossexual são rejeitadas sem ambiguidade e todas as suas colocações sobre este assunto, sem exceção, concordam. O Código de Santidade em Levítico afirma incontestavelmente: “Com homem não se deitarás, como se fosse mulher; é abominação” (Lv 18.22). Levítico 20 inclui comportamento homossexual entre os crimes que merecem a pena de morte (Lv 20.13). É significativo que o mesmo se aplica ao adultério (v.10). Quanto a estas questões, o judaísmo sempre se viu distinto das demais nações.
O mesmo caráter distinto determinou as afirmações sobre homossexualismo no Novo Testamento em contraste com a cultura helenista que não considerava ofensivo tais relacionamentos. Na epístola aos Romanos, Paulo incluiu o comportamento homossexual como uma das consequências da rejeição a Deus (1.27). Em I Coríntios a pratica homossexual está na mesma condição da fornicação, adultério, ganância, embriaguez e roubo como atos que excluem da participação no Reino de Deus (6.9ss). Paulo afirma que os cristãos, através do batismo, foram libertos destas práticas destrutivas.
O Novo Testamento não contém sequer uma passagem que pudesse indicar uma avaliação mais positiva da atividade homossexual contrabalançando estas afirmações paulinas. Assim todo testemunho bíblico inclui, sem exceção, a prática de homossexualidade entre o tipo de comportamento que expressa claramente a condição humana que se volta contra Deus. Este resultado exegético não deixa muita margem quanto à maneira de ver a homossexualidade para qualquer igreja que afirma estar sob a autoridade das Escrituras.
Além disso, as afirmações bíblicas sobre este assunto simplesmente representam o corolário negativo à visão bíblica positiva sobre o propósito divino na criação dos homens e mulheres quanto à sua sexualidade. Os textos negativos quanto ao comportamento homossexual não são simplesmente opiniões periféricas que poderiam ser negligenciadas sem comprometimento da mensagem cristã como um todo.
Além disso, as afirmações bíblicas sobre homossexualidade não podem ser relativizadas como se fossem expressões culturais as quais hoje poderiam ser consideradas simplesmente como antiquadas. As testemunhas bíblicas desde os primórdios se opuseram às pressões do seu ambiente cultural em nome da fé no Deus de Israel, o qual na própria criação estabeleceu homens e mulheres por uma identidade particular.
Defensores contemporâneos de uma mudança na visão da igreja quanto à prática homossexual comumente enfatizam que as afirmações bíblicas não possuíam o conhecimento da importância da moderna da antropologia. Dizem ainda que estas novas evidências sugerem que a homossexualidade deveria ser vista como parte integrante da identidade psicossomática de homossexuais, completamente anterior a qualquer expressão sexual. (Para deixar claro, é melhor falar aqui da inclinação homossexual como algo distinto da prática de homossexual). Tais fenômenos não são limitados às pessoas que praticam homossexualidade.
Inclinação, no entanto, não tem que ditar a prática. Uma das características dos seres humanos é que os nossos impulsos sexuais não se restringem a um só tipo de comportamento, elas permeiam nosso comportamento em todas as áreas da vida. Isto, é claro, inclui os relacionamentos com pessoas do mesmo sexo. No entanto, precisamente porque motivações eróticas permeiam todos os aspectos do comportamento humano, nos deparamos com a responsabilidade de integrá-los na totalidade da nossa vida e conduta.
A mera existência de inclinações homoafetivas não leva necessariamente às práticas homossexuais. Ao contrário, essas inclinações poderiam ser integradas em uma vida na qual elas podem ser subordinadas ao relacionamento com o sexo oposto onde a atividade sexual não deveria ser o centro que determina as prioridades da vida e vocação. Como tem apontado corretamente o sociólogo Helmut Schelsky, uma das realizações primárias do casamento como instituição é a inclusão da sexualidade no propósito de tarefas e objetivos ulteriores.
A realidade das inclinações homoafetivas, no entanto, não necessita ser negada e nem pode ser condenada. A questão, portanto, é como lidar com as inclinações dentro da tarefa humana de dirigir responsavelmente seu comportamento. Este é o problema principal, e é aqui que devemos lidar com a conclusão de que a prática homossexual é um distanciamento da norma para o comportamento sexual dado aos homens a às mulheres como filhos de Deus. Para a igreja isto é o caso não apenas para a atividade homossexual mas também para qualquer outra atividade que não esteja dentro do objetivo do casamento entre um homem e uma mulher – em específico, o adultério.
A igreja se depara com o fato que, nesta área da vida como em todas as outras, o distanciamento dos princípios não é exceção, mas comum e difundido. A igreja deveria enfrentar todos eles com tolerância e entendimento, e, ao mesmo tempo, chamando ao arrependimento. Ela não pode abrir mão da distinção entre a norma e o comportamento que dela se distancia.
Aqui está o limite para uma igreja cristã que se entende como subordinada à autoridade da Escritura. Os que tentam conduzir a igreja à mudanças da norma do seu ensino nesta área, deveriam saber que estão promovendo divisões. Se uma igreja for levada ao ponto de não considerar a atividade homossexual como afastamento do princípio bíblico e reconhecer uniões homossexuais como parcerias equivalentes ao casamento, tal igreja não estaria mais fundamentada na Bíblia, e sim contra o testemunho inequívoco das Escrituras. Uma igreja que toma este passo deixaria de ser a única, santa, católica e apostólica igreja.
Fonte: http://www.ipib.org/index.php/indice-de-meditacoes/714-revelacao-e-experiencia-homossexual
Pode o amor chegar ao ponto de ser pecaminoso? A tradição cristã no seu todo ensina que não existe tal coisa como amor invertido e pervertido. Os seres humanos são criados para amor, como criaturas do Deus que é amor. Mas mesmo assim essa característica divina é corrompida sempre quando as pessoas se distanciam de Deus ou então amam outras coisas mais que a Deus.
Jesus disse, “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim.” (Mt 10:37) O amor a Deus tem que ter precedência ao amor aos nosso pais, mesmo que amor aos pais seja ordenado pelo quarto mandamento.
A vontade de Deus – a proclamação de Jesus do senhorio divino sobre nossas vidas - deve ser aquilo que nos guia quanto à nossa identidade e auto-determinação. O significado disto para o comportamento sexual é visto no ensino de Jesus sobre divórcio. Para poder responder à pergunta dos fariseus sobre a admissibilidade do divórcio, Jesus se refere à criação dos seres humanos. Ele vê nisso a expressão dos propósitos de Deus para as suas criaturas. A criação confirma o fato que Deus criou os seres humanos como machos e fêmeas. Deste modo o homem deixa o pai e mãe para se unir à sua esposa tornando-se uma só carne.
Disto Jesus conclui que o permanente e indestrutível vínculo entre marido e esposa é a vontade do Criador para os seres humanos. A comunhão indissolúvel do casamento, no entanto, é alvo da nossa criação como seres sexuais (Mc 10.2-9). Uma vez que este princípio não é limitado ao tempo, a palavra de Jesus é o alicerce e o critério para todos os pronunciamentos cristãos sobre sexualidade, não apenas o casamento em particular, mas a nossa identidade como criaturas sexuais. De acordo com os ensinos de Jesus, a sexualidade humana como machos e fêmeas têm como propósito a comunhão indissolúvel do casamento. Este modelo pauta o ensino cristão sobre todas as áreas do comportamento sexual.
A perspectiva de Jesus, de maneira geral, corresponde à tradição judaica, embora a ênfase no caráter indissolúvel do casamento vá além da provisão para o divórcio contida na lei judaica (Dt 24.1) Entre os judeus havia uma convicção comum que homens e mulheres nas suas identidades sexuais são direcionados para a comunhão do casamento. Isto também explica a avaliação do Antigo Testamento sobre todo comportamento sexual que extrapole este princípio como a fornicação, o adultério e relações homossexuais.
As avaliações bíblicas da prática homossexual são rejeitadas sem ambiguidade e todas as suas colocações sobre este assunto, sem exceção, concordam. O Código de Santidade em Levítico afirma incontestavelmente: “Com homem não se deitarás, como se fosse mulher; é abominação” (Lv 18.22). Levítico 20 inclui comportamento homossexual entre os crimes que merecem a pena de morte (Lv 20.13). É significativo que o mesmo se aplica ao adultério (v.10). Quanto a estas questões, o judaísmo sempre se viu distinto das demais nações.
O mesmo caráter distinto determinou as afirmações sobre homossexualismo no Novo Testamento em contraste com a cultura helenista que não considerava ofensivo tais relacionamentos. Na epístola aos Romanos, Paulo incluiu o comportamento homossexual como uma das consequências da rejeição a Deus (1.27). Em I Coríntios a pratica homossexual está na mesma condição da fornicação, adultério, ganância, embriaguez e roubo como atos que excluem da participação no Reino de Deus (6.9ss). Paulo afirma que os cristãos, através do batismo, foram libertos destas práticas destrutivas.
O Novo Testamento não contém sequer uma passagem que pudesse indicar uma avaliação mais positiva da atividade homossexual contrabalançando estas afirmações paulinas. Assim todo testemunho bíblico inclui, sem exceção, a prática de homossexualidade entre o tipo de comportamento que expressa claramente a condição humana que se volta contra Deus. Este resultado exegético não deixa muita margem quanto à maneira de ver a homossexualidade para qualquer igreja que afirma estar sob a autoridade das Escrituras.
Além disso, as afirmações bíblicas sobre este assunto simplesmente representam o corolário negativo à visão bíblica positiva sobre o propósito divino na criação dos homens e mulheres quanto à sua sexualidade. Os textos negativos quanto ao comportamento homossexual não são simplesmente opiniões periféricas que poderiam ser negligenciadas sem comprometimento da mensagem cristã como um todo.
Além disso, as afirmações bíblicas sobre homossexualidade não podem ser relativizadas como se fossem expressões culturais as quais hoje poderiam ser consideradas simplesmente como antiquadas. As testemunhas bíblicas desde os primórdios se opuseram às pressões do seu ambiente cultural em nome da fé no Deus de Israel, o qual na própria criação estabeleceu homens e mulheres por uma identidade particular.
Defensores contemporâneos de uma mudança na visão da igreja quanto à prática homossexual comumente enfatizam que as afirmações bíblicas não possuíam o conhecimento da importância da moderna da antropologia. Dizem ainda que estas novas evidências sugerem que a homossexualidade deveria ser vista como parte integrante da identidade psicossomática de homossexuais, completamente anterior a qualquer expressão sexual. (Para deixar claro, é melhor falar aqui da inclinação homossexual como algo distinto da prática de homossexual). Tais fenômenos não são limitados às pessoas que praticam homossexualidade.
Inclinação, no entanto, não tem que ditar a prática. Uma das características dos seres humanos é que os nossos impulsos sexuais não se restringem a um só tipo de comportamento, elas permeiam nosso comportamento em todas as áreas da vida. Isto, é claro, inclui os relacionamentos com pessoas do mesmo sexo. No entanto, precisamente porque motivações eróticas permeiam todos os aspectos do comportamento humano, nos deparamos com a responsabilidade de integrá-los na totalidade da nossa vida e conduta.
A mera existência de inclinações homoafetivas não leva necessariamente às práticas homossexuais. Ao contrário, essas inclinações poderiam ser integradas em uma vida na qual elas podem ser subordinadas ao relacionamento com o sexo oposto onde a atividade sexual não deveria ser o centro que determina as prioridades da vida e vocação. Como tem apontado corretamente o sociólogo Helmut Schelsky, uma das realizações primárias do casamento como instituição é a inclusão da sexualidade no propósito de tarefas e objetivos ulteriores.
A realidade das inclinações homoafetivas, no entanto, não necessita ser negada e nem pode ser condenada. A questão, portanto, é como lidar com as inclinações dentro da tarefa humana de dirigir responsavelmente seu comportamento. Este é o problema principal, e é aqui que devemos lidar com a conclusão de que a prática homossexual é um distanciamento da norma para o comportamento sexual dado aos homens a às mulheres como filhos de Deus. Para a igreja isto é o caso não apenas para a atividade homossexual mas também para qualquer outra atividade que não esteja dentro do objetivo do casamento entre um homem e uma mulher – em específico, o adultério.
A igreja se depara com o fato que, nesta área da vida como em todas as outras, o distanciamento dos princípios não é exceção, mas comum e difundido. A igreja deveria enfrentar todos eles com tolerância e entendimento, e, ao mesmo tempo, chamando ao arrependimento. Ela não pode abrir mão da distinção entre a norma e o comportamento que dela se distancia.
Aqui está o limite para uma igreja cristã que se entende como subordinada à autoridade da Escritura. Os que tentam conduzir a igreja à mudanças da norma do seu ensino nesta área, deveriam saber que estão promovendo divisões. Se uma igreja for levada ao ponto de não considerar a atividade homossexual como afastamento do princípio bíblico e reconhecer uniões homossexuais como parcerias equivalentes ao casamento, tal igreja não estaria mais fundamentada na Bíblia, e sim contra o testemunho inequívoco das Escrituras. Uma igreja que toma este passo deixaria de ser a única, santa, católica e apostólica igreja.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
O homem que sentiu as dores de parto!
Uma radio irlandesa resolveu fazer uma experiência inusitada: levar um homem a sofrer dores de parto. O jornalista da rádio Henry McKean recebeu seis eletrodos em torno do abdômen, que passou a receber impulsos elétricos na região pélvica, simulando as dores de parto. Henry resistiu durante duas horas. Um parto normal pode durar até oito horas!
Resultado: Henry afirmou que passou a se sentir "mais perto das mulheres".
Resultado: Henry afirmou que passou a se sentir "mais perto das mulheres".
sexta-feira, 5 de julho de 2013
05 de Julho de 2013: 16 anos de namoro!
O Marcião tá namorando! Há 16 anos! Ah, de casados já são 12 anos!
Um grande abraço!
Um grande abraço!
sábado, 29 de junho de 2013
Estado laico não é sinônimo de Estado ateu ou de Estado contrário a religião
Estado laico não é sinônimo de Estado ateu, contrário a religião ou sem religião. Num Estado laico, contribuição da Reforma Protestante, tanto pessoas que tem religião quanto pessoas que não tem religião devem ser respeitadas em seus direitos e são responsáveis em seus deveres.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
O que dizer do "Projeto da Cura Gay"?
Você sabe o que é o "Projeto da Cura Gay"? Não sabe? Acha que sabe? Então vamos lá.
1) O QUE A MÍDIA DIZ SOBRE O PROJETO. Para começar, vamos entender o que a mídia está dizendo sobre o "Projeto da Cura Gay". Vamos começar citando uma notícia recente, de ontem (20/06/2013):
"Manifestantes contrários ao projeto da cura gay estão em protesto em PE. Psicólogos sabem como lidar com sexualidade de pacientes, diz aluna. Concentração para passeata acontece na Praça do Derby, no Centro. (...) O chamado projeto da "cura gay" determina o fim da proibição, pelo Conselho Federal de Psicologia, de tratamentos que se propõem a reverter a homossexualidade, liberando os profissionais para atuar em busca da suposta cura gay. O texto foi aprovado na começo da semana na Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, presidida pelo deputado Marcos Feliciano. Antes de virar lei, o projeto ainda terá de ser analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça até chegar ao plenário da Câmara".
Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2013/06/manifestantes-contrarios-ao-projeto-da-cura-gay-estao-em-protesto-em-pe.html
O texto da Globo.com afirma que o projeto liberaria "os profissionais para atuar em busca da suposta cura gay". Mas será que é isso mesmo? Veja algumas afirmações de "O Globo.com" acima:
1) O projeto trata da "cura gay";
2) A estudante afirma que "psicólogos sabem como lidar com sexualidade de pacientes";
3) O "Projeto da cura gay" determina "o fim da proibição de tratamentos que se propõem a reverter a homossexualidade, liberando os profissionais para atuar em busca da suposta cura gay";
4) O texto foi aprovado pela comissão presidida pelo deputado Marcos Feliciano".
Agora você vai poder comprovar abaixo que:
1) O Projeto não aumenta uma vírgula a Resolução do Conselho Federal de Psicologia; logo, não trata de "cura gay" - expressão, aliás, que o projeto jamais trouxe e que, pasmem, procura exatamente retirar da Resolução do Conselho Federal de Psicologia!;
2) Se o que a psicóloga disse é verdade, ou seja, que "os psicólogos sabem como lidar com a sexualidade dos pacientes", ela vai concordar com a PDL 234/11, pois o que este projeto procura é exatamente devolver esta autonomia para os psicólogos!;
3) O PDL 234/11 não propõe "o fim da proibição de tratamentos que se propõem a reverter a homossexualidade, liberando os profissionais para atuar em busca da suposta cura gay" pois o que está sendo proposto não é a eliminação do caput do Art. 3° da Resolução do Conselho Federal de Psicologia, que trata deste assunto, mas apenas do parágrafo único deste artigo e do Art 4°;
4) Ok, esta é a única afirmação divulgada pela Globo.com no texto citado acima que eu concordo. Para mim o Marcos Feliciano presta um desserviço para os cristãos brasileiros. No entanto, o fato de eu não gostar dele não é motivo para que eu me coloque contra o Projeto de Decreto de Lei com o qual ele concorde!
Vamos prosseguir...
2) O QUE É O PROJETO. O Projeto não fala nada sobre "cura gay". O Projeto de Decreto Legislativo 234/11 (ou simplesmente PDL 234/11), do deputado João Campos (PSDB-GO), torna sem efeito o parágrafo único do Artigo 3º e todo o Artigo 4º da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP). Pois bem, o que seriam o parágrafo único do artigo 3º e o Art. 4º desta Resolução, que o projeto propõe eliminar (em itálico)? Vamos conferir, inclusive o caput do Art. 3º, que não será alterado:
"Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica".
Aliás, diga-se de passagem, o PDL 234/11 (apelidado maldosamente de Projeto da Cura Gay) não fala de cura gay. Tanto é que procura eliminar esta expressão equivocada presente não no próprio projeto, mas sim na Resolução do Conselho Federal de Psicologia! É a Resolução do CFP que fala de cura gay e não o projeto!
É curioso que os defensores do aborto afirmam que, no caso de incesto ou estupro, o aborto deva ser aprovado. Mas no caso de alguém sofrer com uma sexualidade que é consequencia de traumas e condicionamentos decorrentes de incesto ou abuso sexual, o sujeito tenha que se submeter a ditatura do politicamente correto promovido pelo Conselho Federal de Psicologia!
Agora, presta muita atenção, o Projeto do Decreto Legislativo 234/11 não altera o caput do Art. 3º, mas apenas o Parágrafo único do 3º e o Art. 4º. E o que isso vai mudar na prática? Vamos dar um exemplo.
3) UM EXEMPLO DA APLICAÇÃO DO PROJETO. Digamos que uma pessoa tenha sido abusada sexualmente quando criança e que não se sinta feliz com a sexualidade que tem vivenciado. A pessoa procura, então, um psicólogo, para superar o trauma de infância, para que possa viver melhor com a sua sexualidade de orientação heterossexual, MAS NÃO PODE, MESMO QUE SEJA A VONTADE DA PESSOA, MESMO QUE A SEXUALIDADE VIVENCIADA SEJA FRUTO DE VIOLÊNCIA, MESMO QUE A DECISÃO DE PROCURAR UM PSICÓLOGO SEJA A EXPRESSÃO LIVRE DE UM CIDADÃO!
CONCLUSÃO. O Projeto do Decreto Legislativo 234/11 não tem nada a ver com "cura gay". Se alguém pode recorrer a um psicólogo para afirmar sua homossexualidade ou bissexualidade, por que alguém que queira deixar para trás a prática homossexual não pode recorrer ao auxílio de um psicólogo? Isso sim é preconceito! É a ditadura das minorias da turminha do politicamente correto: hoje algumas minorias querem impor sua vontade/filosofia e valores para a maioria!
1) O QUE A MÍDIA DIZ SOBRE O PROJETO. Para começar, vamos entender o que a mídia está dizendo sobre o "Projeto da Cura Gay". Vamos começar citando uma notícia recente, de ontem (20/06/2013):
"Manifestantes contrários ao projeto da cura gay estão em protesto em PE. Psicólogos sabem como lidar com sexualidade de pacientes, diz aluna. Concentração para passeata acontece na Praça do Derby, no Centro. (...) O chamado projeto da "cura gay" determina o fim da proibição, pelo Conselho Federal de Psicologia, de tratamentos que se propõem a reverter a homossexualidade, liberando os profissionais para atuar em busca da suposta cura gay. O texto foi aprovado na começo da semana na Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, presidida pelo deputado Marcos Feliciano. Antes de virar lei, o projeto ainda terá de ser analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça até chegar ao plenário da Câmara".
Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2013/06/manifestantes-contrarios-ao-projeto-da-cura-gay-estao-em-protesto-em-pe.html
O texto da Globo.com afirma que o projeto liberaria "os profissionais para atuar em busca da suposta cura gay". Mas será que é isso mesmo? Veja algumas afirmações de "O Globo.com" acima:
1) O projeto trata da "cura gay";
2) A estudante afirma que "psicólogos sabem como lidar com sexualidade de pacientes";
3) O "Projeto da cura gay" determina "o fim da proibição de tratamentos que se propõem a reverter a homossexualidade, liberando os profissionais para atuar em busca da suposta cura gay";
4) O texto foi aprovado pela comissão presidida pelo deputado Marcos Feliciano".
Agora você vai poder comprovar abaixo que:
1) O Projeto não aumenta uma vírgula a Resolução do Conselho Federal de Psicologia; logo, não trata de "cura gay" - expressão, aliás, que o projeto jamais trouxe e que, pasmem, procura exatamente retirar da Resolução do Conselho Federal de Psicologia!;
2) Se o que a psicóloga disse é verdade, ou seja, que "os psicólogos sabem como lidar com a sexualidade dos pacientes", ela vai concordar com a PDL 234/11, pois o que este projeto procura é exatamente devolver esta autonomia para os psicólogos!;
3) O PDL 234/11 não propõe "o fim da proibição de tratamentos que se propõem a reverter a homossexualidade, liberando os profissionais para atuar em busca da suposta cura gay" pois o que está sendo proposto não é a eliminação do caput do Art. 3° da Resolução do Conselho Federal de Psicologia, que trata deste assunto, mas apenas do parágrafo único deste artigo e do Art 4°;
4) Ok, esta é a única afirmação divulgada pela Globo.com no texto citado acima que eu concordo. Para mim o Marcos Feliciano presta um desserviço para os cristãos brasileiros. No entanto, o fato de eu não gostar dele não é motivo para que eu me coloque contra o Projeto de Decreto de Lei com o qual ele concorde!
Vamos prosseguir...
2) O QUE É O PROJETO. O Projeto não fala nada sobre "cura gay". O Projeto de Decreto Legislativo 234/11 (ou simplesmente PDL 234/11), do deputado João Campos (PSDB-GO), torna sem efeito o parágrafo único do Artigo 3º e todo o Artigo 4º da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP). Pois bem, o que seriam o parágrafo único do artigo 3º e o Art. 4º desta Resolução, que o projeto propõe eliminar (em itálico)? Vamos conferir, inclusive o caput do Art. 3º, que não será alterado:
"Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica".
Aliás, diga-se de passagem, o PDL 234/11 (apelidado maldosamente de Projeto da Cura Gay) não fala de cura gay. Tanto é que procura eliminar esta expressão equivocada presente não no próprio projeto, mas sim na Resolução do Conselho Federal de Psicologia! É a Resolução do CFP que fala de cura gay e não o projeto!
É curioso que os defensores do aborto afirmam que, no caso de incesto ou estupro, o aborto deva ser aprovado. Mas no caso de alguém sofrer com uma sexualidade que é consequencia de traumas e condicionamentos decorrentes de incesto ou abuso sexual, o sujeito tenha que se submeter a ditatura do politicamente correto promovido pelo Conselho Federal de Psicologia!
3) UM EXEMPLO DA APLICAÇÃO DO PROJETO. Digamos que uma pessoa tenha sido abusada sexualmente quando criança e que não se sinta feliz com a sexualidade que tem vivenciado. A pessoa procura, então, um psicólogo, para superar o trauma de infância, para que possa viver melhor com a sua sexualidade de orientação heterossexual, MAS NÃO PODE, MESMO QUE SEJA A VONTADE DA PESSOA, MESMO QUE A SEXUALIDADE VIVENCIADA SEJA FRUTO DE VIOLÊNCIA, MESMO QUE A DECISÃO DE PROCURAR UM PSICÓLOGO SEJA A EXPRESSÃO LIVRE DE UM CIDADÃO!
CONCLUSÃO. O Projeto do Decreto Legislativo 234/11 não tem nada a ver com "cura gay". Se alguém pode recorrer a um psicólogo para afirmar sua homossexualidade ou bissexualidade, por que alguém que queira deixar para trás a prática homossexual não pode recorrer ao auxílio de um psicólogo? Isso sim é preconceito! É a ditadura das minorias da turminha do politicamente correto: hoje algumas minorias querem impor sua vontade/filosofia e valores para a maioria!
quarta-feira, 26 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
sábado, 15 de junho de 2013
Uma Grande Felicidade! (Uma meditação sobre Mateus 8.23-27)
Todos querem uma grande felicidade. Todos querem vivenciar aqueles momentos em que a alegria, a beleza e a paz inundam o coração. Mas geralmente as pessoas não querem trilhar o caminho que Deus preparou para chegarmos a esta plenitude. Há um caminho para se trilhar. Hoje quero compartilhar com vocês um belo texto bíblico sobre a grande felicidade!
"Então, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram. E eis que sobreveio no mar uma grande tempestade, de sorte que o barco era varrido pelas ondas. Entretanto, Jesus dormia. Mas os discípulos vieram acordá-lo, clamando: Senhor, salva-nos! Perecemos! Perguntou-lhes, então, Jesus: Por que sois tímidos, homens de pequena fé? E, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar; e fez-se grande bonança. E maravilharam-se os homens, dizendo: Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?" (Mateus 8.23-27).
"Então, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram" (v. 23)
Nosso texto está ligado ao anterior (Mt 8.23-27), no qual Jesus ensina sobre o discipulado, ou seja, sobre seguir a Jesus, seguir seu ensino, exemplo e pessoa. Nosso texto começa com os discípulos seguindo a Jesus. Os discípulos não escolheram como ou para onde ir; nem mesmo escolheram o barco. Eles simplesmente seguiram a Jesus. Mas o que aconteceu com eles depois que seguiram a Jesus?
E eis que sobreveio no mar uma grande tempestade, de sorte que o barco era varrido pelas ondas (v. 24ab)
Quantas vezes não passamos por tempestades na vida? Os discípulos estavam num barco, que estava sendo varrido pelas ondas, ou seja, jogado de um lado para outro; arrastado! Um barco não tem domínio sobre uma tempestade. Tem coisas na vida sobre as quais não temos controle! Não dominamos as forças da natureza, a morte, a maldade das pessoas contra nós...
Sobreveio aos discípulos uma grande tempestade! Não foi uma tempestade, mas uma GRANDE tempestade! Mas os discípulos não seguiram a Jesus? Será justo? É isso o que os discípulos recebem por seguir a Jesus, uma tempestade? Será que este é o fim dos cristãos?
Entretanto, Jesus dormia (v. 24c)
O mundo dos discípulos estava caindo... e Jesus estava dormindo! Quantas vezes, em meio as tribulações, não sentimos que estamos sós, que Deus não está nos vendo, ou se está nos vendo, não está se importanto conosco!?! Há momentos em que parece que Deus está dormindo. Será que Deus dorme?
Mas os discípulos vieram acordá-lo, clamando: Senhor, salva-nos! Perecemos! (v. 25)
O que os discípulos fizeram quando a coisa ficou feia? Clamaram ao Senhor! Precisamos aprender a orar sempre. Orar não é "falar com Deus" apenas, mas sim "conversar com Deus". Não é apenas falar, mas é também ouvir a sua voz. Os discípulos não estavam ouvindo muito bem a voz de Deus no meio da tribulação, mas o que eles fizeram foi muito acertado: eles clamaram para o Mestre!
Perguntou-lhes, então, Jesus: Por que sois tímidos, homens de pequena fé? (v. 26a)
Posagora! Por que Jesus deu esta bronca nos discípulos? Será que ele não queria ser incomodado? Será que ele estava mesmo alheio as tribulações dos discípulos? Será que ele não deseja que clamemos por ele?
Não, não é nada disso! Jesus dá uma bronca nos discípulos por causa da sua incredulidade! O Filho de Deus escolheu o barco, escolheu a hora de entrar no barco e estava no barco. Não havia motivo para desespero, pânico, desesperança! Os discípulos não tiveram sua fé depositada no Mestre, mas se deixaram levar pelas circunstâncias. Fé é confiança em Deus e fidelidade a Deus. Os discípulos de Jesus não devem viver de acordo com as circunstâncias, mas de acordo com a nossa fé em Cristo!
E, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar (v. 26b)
Os discípulos não tinham motivo para viver pautando suas vidas nas circunstâncias (boas ou ruins), não tinham motivo para desespero, pois decidiram seguir ao Senhor que tem todo poder nos céus e na terra! Todas as coisas estão nas mãos de Jesus. Não há motivo para desespero! Jesus não apenas tem todo poder nos céus e na terra, mas ele também nos ama e tem um plano para a nossa vida. Confie em Deus. Espere em Deus. Creia em Deus!
e fez-se grande bonança (v. 26c)
Onde está a tempestade? Passou! Por quantas tempestades já passamos nesta vida? Você está passando por uma tempestade? Lembre-se daquelas que você já enfrentou e verá que já passou por lutas muito maiores; e mesmo que esta que você está enfrentando seja a maior, confie nAquele que tem o poder sobre as tempestades.
Jesus trouxe sobre os seus discípulos, sobre aqueles que o seguiram, uma GRANDE BONANÇA, uma GRANDE ALEGRIA! Quando viram o sol novamente, ele jamais pareceu brilhar tão forte! O dia nunca foram tão lindo. Aqueles que seguem a Cristo enfrentam grandes tempestades, mas desfrutam, pela graça de Deus, de GRANDES ALEGRIAS!
E maravilharam-se os homens, dizendo: Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem? (v. 27)
Depois da ação maravilhosa e libertadora de Deus, os discípulos ficaram impressionados, maravilhados. E é interessante que, ao invés de afirmações, terminaram com uma pergunta! Quanto mais conhecemos a Deus e a sua obra maravilhosa na nossa vida, mais nos surpreendemos com seu amor, bondade, graça e fidelidade! Quanto mais conhecemos a Deus, mais fazemos perguntas. Mas não são perguntas de dúvidas, mas perguntas de maravilhamento, de grande paz, contentamento e alegria.
Jesus Cristo é o Senhor. Nós somos seus discípulos. Aquele que o segue enfrenta grandes lutas, grandes tempestades, grandes tribulações, mas é contemplado com maravilhamento e uma GRANDE FELICIDADE!
Fonte da imagem: http://portalsementinhakids.com/wp-content/uploads/2011/10/uid.jpg
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Nem mesmo os nossos fracassos podem impedir que Deus cumpra seus propósitos em nossa vida (Jz 13.1-16.31)
Juízes 13.1-16.31 conta a história de Sansão, um dos juízes de Israel. Juiz era alguém escolhido por Deus para livrar Israel dos seus inimigos entre o período da conquista da terra prometida (com Josué) e a Monarquia (cujos primeiros reis foram Saul, Davi e Salomão).
O nascimento de Sansão foi um milagre: sua mãe era estéril, mas Deus havia anunciado à ela que teria um filho consagrado à Deus, que começaria a “livrar a Israel do poder dos filisteus” (Jz 13.3-5).
Sansão era nazireu. A palavra nazireu significa “consagrado”, isto é, consagrado a Deus. Na Bíblia, o texto de Nm 6.1-8 nos ensina o seguinte sobre o nazireu: a) é um voto de consagração a Deus; b) o nazireu não pode beber vinho ou bebida forte; c) não pode comer ou beber nada que seja derivado da uva, inclusive a própria uva; d) não pode cortar o cabelo ou a barba; e) não pode sequer se aproximar de um cadáver. Todo nazireu tinha que observar estas coisas.
A vida de Sansão nos ensina lições muito importantes e valiosas para a nossa vida hoje. Deus tem o controle de todas as coisas, e pode usar tanto nosso sucesso quanto o nosso fracasso para cumprir os planos que tem em nossa vida. No entanto, Deus não deseja que venhamos a sofrer a toa, mas deseja que vivamos bem, em comunhão com Ele e uns com os outros. Mas nem mesmo nossos fracassos podem impedir seus planos em nossas vidas. Sansão cometeu vários erros. Vamos dividir seus erros em algumas fases.
1ª fase: 1) Tomou por esposa uma filistéia, filha do povo inimigo de Israel; 2) Sansão andou por onde não devia (perto da vinha), e lá quebrou seu primeiro voto: matou um leão (Jz 14.5-6). 3) Permanece firme na desobediência, e come do mel que estava no cadáver do leão morto (Jz 14.8-9); 4) Sansão pecou comendo do mel, e o deu aos seus pais, sem que estes soubessem que vinha de um animal morto, fazendo assim seus pais pecarem. Ao final desta fase, Sansão diz um enigma aos filisteus e faz uma aposta com eles. Os filisteus, não descobrindo a resposta, pressionam a mulher de Sansão, sob ameaça. Seu enigma é então decifrado, e Sansão paga a aposta derramando sangue dos filisteus. Então, sua mulher é entregue ao seu amigo. Sabendo disso, Sansão destrói as plantações dos filisteus, os quais mataram sua esposa e seus sogros. Sansão, então, por vingança, mata muitos filisteus. Sansão foi desobediente à Palavra de Deus, quebrando quase todos os seus votos de nazireu, o que gerou dor, morte, injustiça, traição, covardia, maldade, desgosto. Como retaliação, os filisteus oprimem o povo de Sansão, e ordenam que Sansão se entregue. Ele é então entregue aos seus inimigos, mas escapa e mata mil filisteus com uma queixada de burro.
2ª fase: 1) Sansão se deita com uma prostituta; 2) depois de algum tempo se apaixona por uma outra filisteia, chamada Dalila. Os filisteus oferecem à ela muito dinheiro para que descubra o segredo da força de Sansão. Ela, então, passa a procurar descobrir a razão da força de Sansão. Depois de muitas tentativas, ela descobre: sua força seria retirada se seus CABELOS fossem cortados, mas NÃO porquê a sua força estivesse nos cabelos, pois não estava: sua força estava na sua CONSAGRAÇÃO ao SENHOR (pois não cortar os cabelos era o único voto que Sansão ainda mantinha como nazireu!). Então, Dalila corta o cabelo de Sansão, e este perde toda a sua força, pois “o Senhor se tinha retirado dele”, após quebrar o último voto. Então os piores pesadelos de Sansão se tornam realidade: foi entregue nas mãos dos seus inimigos; seus olhos são vazados (furados); o amarraram e o prenderam; foi motivo de alegria e piada dos seus inimigos, que o humilharam enquanto os divertia; seus inimigos louvaram o seu falso deus por causa de Sansão.
Fim: Mesmo no fundo do poço, mesmo tendo fracassado, mesmo tendo feito tudo errado, Deus não se esquece de Sansão. Este faz ainda uma última oração, Deus lhe atende, lhe devolve as forças, e Sansão derruba as colunas do edifício, o que leva à morte de milhares de líderes filisteus. Sansão também morre, mas cumpre a sua missão de começar a libertar Israel da mão dos filisteus.
A história de Sansão nos ensina que Deus perdoa os nossos pecados, mas nós, nossa família e nosso povo sofremos as suas conseqüências. Ensina também que mesmo os nossos fracassos não são capazes de impedir os planos de Deus em nossa vida. No entanto, apesar de Deus perdoar os nossos pecados e apesar de Deus cumprir os seus planos na nossa vida, fica claro que viver no pecado e na rebeldia não compensam, nem para nós, nem para nossa família, nem para nossos amigos.
Apesar dos nossos pecados e fracassos, Deus tem um propósito em nossa vida, através de seu Filho, Jesus Cristo. O Filho de Deus veio ao mundo em fraqueza, mas não por haver quebrado os seus votos como Sansão: Jesus abriu mão de sua glória para assumir nossa fraqueza, culpa e pecados. E tendo morrido na cruz por amor de nós, ressuscitou ao terceiro dia para a nossa salvação. Por meio de Jesus Cristo, Deus não apenas restaura as nossas forças, não apenas traz perdão e poder para uma nova vida no Espírito, mas realiza seus propósitos de amor, alegria e paz sobre nós!
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Estudo de Universidade Inglesa afirma que “espiritualidade sem religião” aumenta risco de transtornos mentais e abuso de drogas
As estatísticas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística) demonstram que cresce no Brasil a cada ano o número de "evangélicos sem igreja". Pessoas que afirmam que creem em Deus, confiam em Cristo, mas não estão vinculadas a igreja alguma. Recentemente li uma notícia muito interessante a respeito:
"Um estudo feito pela University College London e publicado no “British Journal of Psychiatry” revelou que pessoas que afirmam viver uma fé, mas que não seguem uma religião formal, são mais propensas a sofrerem de transtornos mentais do que ateus e religiosos tradicionais".
O professor Michel King foi o responsável pelo estudo, no qual 7.400 pessoas foram entrevistadas na Inglaterra. A conclusão do estudo é que "aqueles que afirmam ser “espiritualizados não religiosos” tiveram um risco 77% maior de abusar de drogas. Eles também foram muito mais propensos a sofrer de transtornos alimentares, fobias e neuroses".
É algo a se pensar. Me lembrei de uma passagem da Bíblia, em Hebreus 10.25 (que cito em duas traduções):
"Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima" (ARA)
"Não abandonemos, como alguns estão fazendo, o costume de assistir às nossas reuniões. Pelo contrário, animemos uns aos outros e ainda mais agora que vocês vêem que o dia está chegando" (NTLH)
A fé em Deus Pai nos conduz SEMPRE a vida em comunidade! A fé em Cristo nos conduz à comunhão com seu Corpo vivo, que é a Igreja. A vida no Espírito é vida comunitária. O próprio Deus é a comunidade divina do Pai do Filho e do Espírito Santo.
Então, vamos adorar a Deus, ouvir a Palavra de Deus, ter comunhão com os irmãos na fé e celebrar os sacramentos? Vamos congregar?
Fonte:
http://noticias.gospelmais.com.br/espiritualidade-sem-religiao-aumenta-risco-transtornos-mentais-48222.html
"Um estudo feito pela University College London e publicado no “British Journal of Psychiatry” revelou que pessoas que afirmam viver uma fé, mas que não seguem uma religião formal, são mais propensas a sofrerem de transtornos mentais do que ateus e religiosos tradicionais".
O professor Michel King foi o responsável pelo estudo, no qual 7.400 pessoas foram entrevistadas na Inglaterra. A conclusão do estudo é que "aqueles que afirmam ser “espiritualizados não religiosos” tiveram um risco 77% maior de abusar de drogas. Eles também foram muito mais propensos a sofrer de transtornos alimentares, fobias e neuroses".
É algo a se pensar. Me lembrei de uma passagem da Bíblia, em Hebreus 10.25 (que cito em duas traduções):
"Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima" (ARA)
"Não abandonemos, como alguns estão fazendo, o costume de assistir às nossas reuniões. Pelo contrário, animemos uns aos outros e ainda mais agora que vocês vêem que o dia está chegando" (NTLH)
A fé em Deus Pai nos conduz SEMPRE a vida em comunidade! A fé em Cristo nos conduz à comunhão com seu Corpo vivo, que é a Igreja. A vida no Espírito é vida comunitária. O próprio Deus é a comunidade divina do Pai do Filho e do Espírito Santo.
Então, vamos adorar a Deus, ouvir a Palavra de Deus, ter comunhão com os irmãos na fé e celebrar os sacramentos? Vamos congregar?
Fonte:
http://noticias.gospelmais.com.br/espiritualidade-sem-religiao-aumenta-risco-transtornos-mentais-48222.html
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Se Davi fosse gaúcho II - O Salmo 8: Uma releitura Gaúcha
SOBERANO PATRÃO CELESTIAL,
SENHOR DA HUMANIDADE,
VENHO AQUI TE EXALTAR COMO O MONARCA DE TODOS OS PAGOS,
COM TODA MINHA SINCERIDADE.
EM CADA RINCÃO CELESTIAL
EU VEJO TUA ESSÊNCIA ALTANEIRA...
TARDEZITA, A ESTRELA BOIEIRA DESENCILHA A NOITE A MINHA VISTA,
MIRO O LUZEIRO DA AURORA,
MATIZES DE UM POENTE
TRANÇADOS POR MÃO DE ARTISTA
À NOITE, QUANDO O TROPEL DE ESTRELAS ME VOLTEIA,
RECORDO A CAMPERIADA DO DIA
E UM PENSAMENTO ME MANEIA:
- O QUE É O VIVENTE AFINAL,
PARA QUE SOBRE TODA CRIAÇÃO
TENHA DOMÍNIO SEM IGUAL?
O CORAÇÃO DO HOMEM É CABORTEIRO,
E MUITAS VEZES DO MUNDO ELE FAZ UM ENTREVEIRO;
MAS MESMO ASSIM TU INSISTES:
- XIRU, EU SEI QUE TU ÉS CAPAZ, POIS NÃO FOI A TOA
QUE SOBRE TODA A ESTÂNCIA DA TERRA
EU TE PUS POR CAPATAZ !
ÓH DEUS, SOBERANO PATRÃO CELESTIAL, SENHOR DA HUMANIDADE,
VENHO AQUI TE EXALTAR COMO O MONARCA DE TODOS OS PAGOS,
COM TODA A MINHA SINCERIDADE
Vinicius Silva de Lima
Tiago de Mello Cargnin
Fonte:
http://ipiportoalegre.blogspot.com.br/2013/05/retorno.html
quarta-feira, 22 de maio de 2013
A história da dona de cabaré que crê no poder da oração - e da igreja que afirmou que não crê
A Dona Tarcília Bezerra tinha um cabaré na cidade de Aquiraz, no litoral do Ceará. Diante do aumento de renda familiar na região, a Dona Tarcília resolveu expandir o seu cabaré, que ficava perto de uma igreja evangélica local. A igreja começou então a realizar várias reuniões de oração contra o projeto de expansão do cabaré. Cerca de uma semana antes da data da reinauguração, um raio atingiu o cabaré, queimando as instalações elétricas, além de provocar um incêndio que destruiu o telhado e parte da construção.
O pastor e os membros da igreja começaram a se gabar do poder da oração, até que a Dona Tarcília decidiu processar a igreja, o pastor e toda a congregação, com o argumento de que "foram os responsáveis pelo fim de seu prédio e de seu negócio, utilizando-se da intervenção divina, direta ou indireta e das ações ou meios”. Em resposta, a igreja, na contestação à ação judicial, "veementemente, negou toda e qualquer responsabilidade ou qualquer ligação com o fim do edifício". Na audiência de reconciliação, o juiz afirmou o seguinte: "Eu não sei como vou decidir este caso, mas uma coisa está patente nos autos: Temos aqui uma proprietária de cabaré que firmemente acredita no poder das orações e uma igreja inteira declarando que as orações não valem nada!".
O texto acima, na verdade, foi criado por um grupo de ateus e originalmente citava a IURD. Mas é engraçado.
Fontes:
http://nominuto.com/blogdodiogenes/no-ceara-dona-de-cabare-processa-igreja-evangelica/1199/
http://noticias.gospelmais.com.br/cabare-processa-igreja-universal-bispo-macedo-divulga-noticia-falsa-54076.html
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Passamos dos 2000 acessos!
Há cerca de um mês tínhamos cerca de 200 acessos; hoje (29/04/2013) chegamos aos 2000!
Valeu, pessoal!
Aproveitem a visita para ler o Blog. Dêem uma olhada no nosso Top 5 (na lateral direita).
Um abração. Obrigado pela visita!
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sexta-feira, 26 de abril de 2013
Mensagem da Letícia e do Miguel sobre o Blog
De vez em quando eu mostro o Blog para a Letícia e para o Miguel. Eu estava entrando no Blog quando a Letícia me pediu para publicar algo:
"Leia o Blog comigo. Mais nada".
(Ela está na cadeira ao lado... o Miguel está no meu colo, “colaborando” para o Blog).
A Letícia pediu para o Miguel falar alguma coisa para escrever no Blog. O Miguel disse: “Não chei!”.
Um abraço, pessoal!
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